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Como estudar e aprender japonês de forma rapida

Como estudar e aprender japonês de forma rapida

Estudar japonês pode ser um longo desafio, estudado de forma errada. Alguns estudam japonês por vários anos, até mesmo 7 anos mas não conseguem manter um dialogo ou ler um texto de maneira correta. Se você é uma dessas pessoas que tem estudado muitos anos e não consegue sair da estaca zero, já se perguntou porque? Neste artigo eu vou tentar explicar porque temos essa dificuldade, não apenas com japonês mais com qualquer idioma.

Cursos de Japonês

Muitos recorrem a fazer cursos e aulas presenciais de japonês. Os professores fazem seus esforços em ensinar, mas a maioria dos alunos acabam saindo do curso sem falar absolutamente quase nada. Porque isso acontece? Essas pessoas deixaram a responsabilidade de aprender um idioma na mão de outros, e isso quase nunca da certo.

Isso significa que tenho que estudar sozinho? Não, ter um grupo de estudo ou um professor orientador é algo realmente necessário e vai ajudar a descobrir o caminho que deve trilhar. O problema é que o japonês ensinado nos cursos são ensinado de forma lenta, fazendo com que você demore muitos anos para ler e entender japonês. Pense nas horas gastas escrevendo ideogramas em papel que depois de alguns dias você acaba esquecendo.

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Não estou dizendo que escrever japonês é algo sem importância, mas os cursinhos tentam ensinar japonês da mesma forma que os japoneses aprendem na escola. Mas eles ficam a infância sendo exposto a material e conversas em japonês e depois são colocados na escola(falando) e estudam até os 18 anos. A maioria aqui não é criança, e vivemos num ambiente com absolutamente nenhuma exposição ao idioma, acha mesmo que fazer cursinhos de poucas horas semanais vai nos levar a fluência em poucos anos?

Dessa forma, devemos criar prioridades. Se você quer aprender a conversar e ler japonês você deve fazer apenas isso, e automaticamente o resto você vai aprender com o tempo. Se você quer aprender a escrita, primeiramente você precisa aprender a ler e falar, como as crianças japonesas fazem.

Como estudar?

Primeiramente você deve aprender o básico, ler e escrever o hiragana e katakana. Você deve manter o foco em ler o máximo de japonês possível. De acordo com seu nível, pegue um livro ou manga com furigana e leia todos os dias o máximo que conseguir. Assim todas as palavras que você não souber, você anota e pesquisa, e as palavras que você achar interessante, tente memorizá-las colocando em algum programa como anki.

Antes de eu focar em ler o máximo de conteúdo, eu quebrava a cabeça tentando memorizar kanji. Hoje eu tenho aprendido kanji sem nem mesmo estuda-lo. Ficou muito mais fácil de examinar e escrever eles. Se você esforçar em ler e entender, rapidamente vai aprender japonês como um Ninja.

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Claro que apenas pegar um livro e ler sem entender, você não vai aprender nada. Assim como qualquer estudante, você deve aprender a gramatica, as partículas, as terminações verbais e muito mais. Você deve apenas priorizar a leitura e entendimento, mas assim como as crianças no Japão, deve ser exposto ao máximo de conteúdo japonês possível. Ouvindo textos, musicas, assistindo animes e dramas…

Quer ser exposto a conteúdo japonês? Faça como eu e pinte a parede de seu quarto com o alfabeto em hiragana e katakana! kkkkkkk…

Como assim?

Você não sabe como estudar a gramatica? Você não sabe o que é furigana? Não sabe o que é Anki? Não tem a mínima ideia de como estudar? Precisa de uma ajuda? Nosso site se compromete em escrever artigos básicos sobre o idioma japonês, então continue acompanhando.

Eu aprendi esse método de ler e aprender o máximo possível com o curso de Japonês Online do Luiz Rafael. Ele usa essa metodologia, que na minha opinião é a melhor e me ajudou bastante. Se você quiser fazer o curso do Luiz Rafael, deve aguardar a nova turma que é aberta 2 vezes por ano. Enquanto isso, você pode baixar o livro “Desvendando a Língua Japonesa” escrito por ele, basta inscrever-se em nosso site.

Foto de perfil de Kevin
Sou criador de conteúdo na internet, e web designer. Gosto muito do Japão e seu idioma, por causa de sua cultura rica e unica. Curto animes, doramas e jogos clássicos e desconhecidos.
  • Ludmila Pires

    Excelente artigo, Kevin!

    Quanto à questão de se expor ao material de leitura e tirar de lá as palavras/ vocabulário para usar no Anki, seria interessante ter mencionado a importância do contexto – isto é, de não tentar memorizar aquelas listas enormes de palavras isoladas, mas sim funcionando em seu contexto (ou seja, dentro das sentenças). O mesmo para os Kanji.

    Abraços!

  • Ludmila Pires

    Excelente artigo, Kevin!

    Quanto à questão de se expor ao material de leitura e tirar de lá as palavras/ vocabulário para usar no Anki, seria interessante ter mencionado a importância do contexto – isto é, de não tentar memorizar listas de palavras isoladas, mas sim funcionando em seu contexto (ou seja, dentro das sentenças). O mesmo para os Kanji.

    Abraços!

  • Marcos T.Y.

    Ótimo artigo. Eu estudei pelo método tradicional por 4 anos no Brasil e cheguei morar no Japão. E meu nível nunca foi além do básico.
    Mas depois que conheci o site AJATT do Kathzumoto e os vídeos do prof. Luis Rafael, entendi o que havia acontecido.
    E esses dias estava pensando se eu começasse um idioma do zero, usasse o método focado na compreensão oral e leitura.
    Imagine um aluno que se matriculasse num curso de nihongo já entendendo uns 80% do que é dito e escrito. Seria completamente diferente pois, aí sim ele já poderia focar em escrever, falar e estudar gramática. Até para um professor que pegasse um aluno que entende tudo que é dito e escrito, o avanço no aprendizado seria outro.

    O problema é que por melhor que seja o professor ou o curso, eles não podem fornecer essa quantidade(gigante) de input só em sala de aula. São atividades por fora do currículo, ou seja é como foi dito no artigo: lendo mangás, usando o Anki, assistindo muitos animes e doramas e ouvindo textos com áudio.
    Ano que vem vou fazer um teste com outro idioma, para comprovar essa teoria. Ao invés de me matricular num curso, primeiro vou focar em usar a internet para criar um ambiente de imersão onde vou focar só em ouvir e ler para compreender os nativos.
    Depois de atingir um nível de compreensão decente, aí sim vou ver se arranjo um professor particular.

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