Uma convenção de anime, ou evento de anime, é, no essencial, um encontro de fãs de animes, mangás, jogos e de tudo o que orbita à volta da cultura popular japonesa. A maioria destas convenções é organizada com fins comerciais e com a intenção declarada de juntar, durante um fim de semana, pessoas que partilham esse mesmo interesse. O resultado é, quase sempre, um misto de feira, festival, programa de televisão ao vivo e concentração de fãs, com uma energia que costuma deixar marca em quem participa pela primeira vez. Neste artigo percorremos o que se encontra habitualmente dentro de um evento destes, o que distingue as convenções brasileiras das japonesas, que tipos de programa costuma haver num concurso de cosplay, e que preparação mínima compensa levar se você está a pensar em ir pela primeira vez.
Para ter uma ideia da escala: a Anime Friends, em São Paulo, recebeu ao longo das últimas décadas várias centenas de milhares de visitantes acumulados; a Comiket, no Tóquio, é frequentemente citada como a maior convenção de cultura pop do mundo, com várias centenas de milhares de pessoas em três dias. Os números concretos variam consoante a fonte e o ano, mas servem para perceber porque é que estes eventos deixaram de ser encontros pequenos de nicho e passaram a ser um sector da indústria do entretenimento por direito próprio. Se você ainda não foi a nenhum, vale a pena saber, antes de comprar o ingresso, como é que uma convenção está montada, que tipo de público frequenta e o que se pode esperar de um dia passado lá dentro.

O que é, na prática, um evento de anime
Apesar do nome, um evento de anime raramente se limita a séries japonesas. Reúne, sob a mesma marca, vários nichos da cultura pop asiática e da cultura geek em geral: animes e mangás, claro, mas também jogos electrónicos, jogos de tabuleiro, card games, K-POP, J-POP, banda desenhada ocidental, ficção científica, fantasia, cinema de super-heróis e, com cada vez mais frequência, literatura e artesanato. A própria expressão "anime" funciona, no marketing, como atalho para esse ecossistema mais largo, e não como uma categoria estrita.
No Brasil, a maioria das convenções tem lugar num pavilhão de feiras, num centro de convenções ou num grande espaço coberto, geralmente ao sábado e ao domingo, durante um ou dois fins de semana por ano em cada cidade. A entrada é paga, com preços que costumam variar entre valores promocionais de entrada antecipada e passes integrais com acesso a áreas VIP, sessões de autógrafos e sessões fotográficas com convidados. Em Lisboa e no Porto, o circuito é mais pequeno e mais recente, mas segue a mesma estrutura básica: espaço alugado, programação por palco, estandes de expositores e áreas de convívio. Para uma visão de como funcionam espaços temáticos japoneses em menor escala, vale a leitura do artigo sobre Maid Café no Japão, que descreve a lógica por trás deste tipo de experiência.
As atracções mais comuns de um evento de anime
Cada convenção tem a sua própria mistura, mas a maior parte dos eventos brasileiros segue um padrão reconhecível, que se repete de cidade para cidade. Saber o que esperar ajuda a montar um plano de visita, sobretudo quando o evento tem dois ou três dias e a oferta de painéis, workshops e concursos é maior do que o tempo disponível.
Shows e apresentações nos palcos — Os palcos principais recebem, ao longo do fim de semana, bandas, cantores de anisong, dubladores, youtubers e grupos de K-POP. É também ali que se realizam os concursos de cosplay, os desfiles, os painéis temáticos e as sessões de perguntas e respostas com convidados. Os grandes eventos costumam ter dois ou três palcos a funcionar em paralelo, com programação desfasada para que o público possa circular entre eles.
Concurso de cosplay — É a atracção mais mediática. Os cosplayers sobem ao palco principal, apresentam o seu figurino, fazem uma encenação curta e respondem às perguntas dos jurados. Os critérios habituais incluem a fidelidade ao personagem de referência, a qualidade do trabalho de construção da peça, a presença em palco e a criatividade. Os primeiros lugares costumam trazer prémios em dinheiro, viagens, hospedagem para eventos maiores e convites para o ano seguinte. Para quem quer participar pela primeira vez, vale a pena ler com calma o regulamento de cada evento, que costuma estar disponível no site oficial semanas antes do certame.
Animekê — O animekê é, simplesmente, um karaoke dedicado a músicas de anime e de cultura pop japonesa. O nome vem da junção de "anime" e "karaoke". Em quase todos os eventos há uma sala ou um palco reservado para o animekê, com inscrição gratuita ou simbólica, onde qualquer visitante pode cantar a sua abertura ou ending favorito. É um dos pontos altos do evento para quem gosta de cantar e costuma gerar filas longas nos horários nobres.
Salas temáticas e oficinas — As salas temáticas, por vezes chamadas de salas de workshop, são espaços mais pequenos dedicados a actividades específicas: aulas de shodō, a caligrafia japonesa, oficinas de dobragem, workshops de desenho mangá, sessões de RPG, palestras sobre cultura japonesa, demonstrações de artes marciais, introdução a card games e workshops de costura para cosplay. A oferta varia muito de evento para evento, mas é aqui que se encontram, em regra, as actividades com mais substância e menos fila.
Jogos e entretenimento — A zona de jogos é, em muitos eventos, a área com maior densidade de gente. Inclui, normalmente, bancadas de jogos retro, arcades, simuladores de dança, espaços de airsoft e, em quase todos os eventos de maior dimensão, áreas dedicadas a MMOs e a MOBAs, muitas vezes com torneios oficiais. É também habitual haver campos de batalha medieval, demonstrações de esgrima histórica e pequenas competições de board games. Para os jogadores, vale a pena consultar a programação antes de ir, porque os torneios maiores costumam ter inscrição prévia.
Estandes, lojas e área comercial — A zona comercial é, porventura, a parte mais visível de uma convenção. Os estandes vendem, em quase todos os casos, artigos de difícil acesso no retalho comum: action figures, mangás em edição física, Blu-rays de animes, roupas, posters, peluches, bijuteria, livros de ilustração, doces japoneses e todo o tipo de merchandise oficial. É também ali que se concentram as editoras e os distribuidores que aproveitam o evento para fazer lançamentos exclusivos e campanhas de pré-venda. A nossa página sobre action figures japoneses explica melhor a história deste tipo de coleccionável e o que distingue uma peça de produção oficial de uma cópia genérica.
Espaços de convívio e áreas de descanso — Em praticamente todos os eventos há, pelo menos, uma área designada para encontro de grupos e descanso, com bancos, carregadores e, em alguns casos, cacifos. É, em regra, o sítio onde se marcam os reencontros quando o grupo se perde na multidão.

Como funciona, na prática, um concurso de cosplay
O concurso de cosplay é a parte do evento com a curva de aprendizagem mais íngreme para quem assiste pela primeira vez. Cada evento tem as suas próprias regras, mas a maioria segue um guião comum, que pode ser útil conhecer antes de comprar o ingresso.
No palco, o cosplayer entra, posiciona-se no centro, faz a sua encenação — que pode ir de uma pose estática a uma curta cena com música — e, em seguida, responde ao briefing dos jurados. Em muitos certames há, depois, uma passagem pelas marcas no palco, com cinco a dez segundos virado para a frente, para cada um dos lados e para as costas, para que o público e os juízes possam ver a peça em detalhe. Os jurados anunciam as pontuações no final da ronda e os classificados passam à fase seguinte.
As categorias habituais dividem-se, em quase todos os eventos brasileiros, em três grandes grupos: cosplay feito pelo próprio cosplayer, em que o trabalho de construção da peça é avaliado; cosplay de compra, em que se avalia a fidelidade ao personagem e a apresentação; e apresentação cénica, em que o peso da nota recai sobre a actuação. Os prémios são, em regra, monetários, com valores que sobem bastante nos eventos maiores, e podem incluir convites para outros certames, estadia e passagens.
Para quem se estreia como espectador, dois conselhos práticos: chegue cedo ao palco principal, porque a sala enche; e respeite as regras locais sobre fotografias com flash, que variam de evento para evento e que, em alguns casos, estão proibidas durante a actuação no palco para não distrair os jurados. O nosso artigo sobre o que é cosplay aprofunda a história e a cultura em torno desta prática, caso queira ler mais antes de ir.
As diferenças entre os eventos do Brasil e do Japão
Quando o tema é evento de anime ou de cultura japonesa, o Japão funciona como referência. E, vistas de perto, as diferenças entre as convenções brasileiras e as japonesas são profundas. Não se trata de uma ser melhor do que a outra, mas de modelos distintos que nasceram em contextos culturais diferentes.
No Japão, as convenções são, em regra, mais segmentadas. Em vez de um evento único que junta tudo, há feiras dedicadas exclusivamente a manga independente — caso da Comiket, que se realiza duas vezes por ano no Tóquio e é o maior evento de doujinshi do mundo —, feiras de anime, feiras de jogos, feiras de cosplay e feiras temáticas de franchises específicas. Cada uma dessas feiras tem o seu próprio público, calendário e regras, e raramente se sobrepõem. Esta segmentação tem vantagens: o público sabe exactamente o que vai encontrar, a programação é mais profunda dentro de cada nicho e a qualidade média das exposições é muito alta. Tem também desvantagens: para o visitante estrangeiro, significa comprar vários ingressos e deslocar-se entre várias cidades para ver tudo.
No Brasil, o modelo é, quase sempre, o oposto. As convenções de anime funcionam como feiras generalistas da cultura geek, onde convive, no mesmo pavilhão, o público de anime clássico, de K-POP, de board games, de jogos electrónicos, de ficção científica, de banda desenhada e de literatura fantástica. Esta configuração tem a vantagem prática de juntar, num só fim de semana, públicos que, de outra forma, se cruzariam em eventos separados. Tem, em contrapartida, o risco de diluir a identidade de cada nicho e de transformar a convenção num programa com um pouco de tudo, mas pouco aprofundado em cada tema.
Outra diferença importante está na organização. As convenções japonesas de grande dimensão são, geralmente, eventos muito disciplinados, com horários cumpridos ao minuto, áreas bem demarcadas, sistema de limpeza eficiente e regras estritas sobre filas, fotografias e conduta. As convenções brasileiras variam muito de cidade para cidade e de organizador para organizador, com algumas a funcionar com pontualidade impecável e outras com atrasos de uma a duas horas em relação à programação anunciada. Esta diferença não é, em si, um juízo de valor: é apenas o reflexo de diferentes tradições de organização de eventos e de diferentes escalas de público. Vale a pena ter isso em conta ao planear o dia, sobretudo se tiver voos ou comboios marcados para depois do evento.
Os principais eventos de anime no Brasil
O circuito brasileiro de convenções de anime é, hoje, amplo e cobre praticamente todas as regiões do país, com particular concentração no Sudeste e no Sul. A lista muda de ano para ano, com novos eventos a aparecer e outros a suspender actividades, mas há um núcleo de certames que se consolidaram como referência e que, com algumas variações, continuam a ser a porta de entrada para quem quer começar a frequentar este tipo de acontecimento. Vale notar que a situação concreta de cada evento — datas, valores de ingresso, convidados — muda anualmente, pelo que convém consultar a página oficial antes de qualquer viagem.
- Anime Friends — Realiza-se em São Paulo e é, pela escala e pelo histórico, uma das maiores convenções da América Latina. Recebeu, ao longo das últimas décadas, grandes nomes da indústria japonesa e mantém um programa centrado no anime, no cosplay e nos jogos.
- Anime Festival — Também em São Paulo, divide com a Anime Friends a liderança do circuito brasileiro. O programa é mais diversificado e costuma incluir convidados internacionais da área de cinema e televisão.
- AnimeXtreme — Evento consolidado no Rio de Janeiro, com forte componente de anime clássico e actual.
- Anime Arts — Realiza-se em várias cidades do interior de São Paulo e é, em regra, uma das primeiras convenções que o público do interior do estado contacta.
- Anime Summer Fest — Evento sazonal, organizado no período de verão, com forte aposta em K-POP e em anime da temporada.
- Anime Family Fest — Convenção pensada para incluir famílias e público mais jovem, com programação mais suave e áreas dedicadas a crianças.
- Anime Nikity — Evento de menor dimensão, mas com público fiel, organizado em várias capitais do Nordeste.
- Mangazine — Feira dedicada a mangás, com forte presença de editoras e de lojas especializadas.
- Sana Friends — Convenção regional com público fiel, organizada em cidades médias do interior.
Fora deste núcleo, há dezenas de convenções de menor dimensão organizadas todos os anos em capitais como Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Brasília. A maioria segue a mesma estrutura: pavilhão alugado, dois dias de programação, entrada paga, estandes de merchandise e concurso de cosplay. A diferença está na escala e no orçamento: nos eventos pequenos, é frequente encontrar o mesmo tipo de actividades, mas com menos convidados internacionais, com estandes mais modestos e com preços de ingresso mais acessíveis.

Os principais eventos de anime no mundo
Olhando para fora do Brasil, há um conjunto de certames que funcionam como referência global do circuito de anime. Cada um tem a sua própria identidade, e a frequência com que se realizam, o tamanho do público e o tipo de programação variam bastante.
Comiket (Comic Market) — Realiza-se duas vezes por ano, em Dezembro e em Agosto, no Tokyo Big Sight, no Tóquio. É a maior feira de doujinshi do mundo, com várias centenas de milhares de visitantes em três dias, e funciona como montra principal do trabalho de ilustradores, mangakás e criadores independentes japoneses. Não é, no sentido estrito, um evento de anime, mas está no centro da cultura otaku e influencia a maior parte dos outros certames do sector.
AnimeJapan — Feira de negócios e de público, organizada no Tokyo Big Sight, com forte presença de estúdios, editoras e plataformas de streaming. Costuma ter anúncios importantes do calendário de lançamentos japoneses.
Anime Expo — Realiza-se anualmente em Los Angeles e é a maior convenção de anime dos Estados Unidos, com público na ordem das centenas de milhares de visitantes ao longo de quatro dias. Recebe, com regularidade, grandes nomes da indústria japonesa.
Japan Expo — Realiza-se em Paris e é a maior convenção dedicada à cultura japonesa na Europa, com público na ordem das centenas de milhares e programação que vai muito para além do anime.
MCM London Comic Con — Realiza-se várias vezes por ano em Londres e cobre anime, banda desenhada, cinema e cultura geek em geral, com público na ordem das dezenas de milhares por edição.
AnimeFest (República Checa) — Uma das maiores convenções de anime da Europa Central, organizada em Brno, com público fiel e convidados internacionais.
Há, ainda, dezenas de convenções relevantes na Ásia — caso da Anime Festival Asia, em Singapura, e da Thailand Comic Con, em Banguecoque — que funcionam como pontos de entrada para o público do Sudeste Asiático. Para o leitor em Portugal, o caminho até estes certames é mais longo, mas vale a pena ter a lista em mente caso queira planear uma viagem em torno do tema.
Etiqueta e preparação para o primeiro evento
Ir a uma convenção pela primeira vez pode ser uma experiência avassaladora, sobretudo nos eventos de maior dimensão. Algumas regras práticas, transmitidas por quem frequenta o circuito há anos, ajudam a tirar o máximo partido do dia sem contratempos.
Antes de sair de casa — Compre o ingresso online com antecedência. A maioria dos eventos cobra um valor promocional para quem compra com algumas semanas de antecedência e um valor cheio, mais elevado, na bilheteira. Verifique a data e o horário, porque alguns eventos abrem as portas às dez da manhã e outros só ao meio-dia. Leve um documento de identificação, dinheiro em numerário para os estandes que não aceitam cartão e uma mochila pequena para o material de divulgação que costuma haver à entrada.
Durante o evento — Hidrate-se, mesmo em eventos cobertos. Leve uma garrafa de água reutilizável e use os pontos de água disponíveis. Vista-se em camadas, porque a temperatura interior dos pavilhões costuma oscilar. Carregue o telemóvel antes de sair e leve um powerbank: as tomadas públicas são raras e o telemóvel é, em regra, o único local onde tem o mapa do evento, a programação actualizada e o contacto com o grupo. Se usar cosplay, leve um kit de pequenas reparações e protecção para a peça durante o transporte.
Fotografias e interacção com cosplayers — A fotografia de cosplayers é, em regra, permitida, com algumas restrições. A maioria dos cosplayers aprecia que se peça antes de fotografar, sobretudo quando o figurino está em movimento ou quando o cosplayer está claramente a descansar. Evite o flash a curta distância. Respeite as áreas em que a fotografia é proibida, normalmente sinalizadas, e nunca bloqueie corredores ou saídas de emergência para tirar uma fotografia.
Convidados e sessões de autógrafos — Se quiser garantir lugar numa sessão de autógrafos ou numa sessão fotográfica, planeie chegar cedo. Em alguns eventos maiores, é necessário comprar um passe específico para sessões VIP, em número limitado. Os convidados internacionais, em particular, costumam ter agendas apertadas e poucas oportunidades de repetição.
Filas e espera — Em eventos grandes, é normal esperar uma a duas horas nas filas dos estandes mais procurados, dos concursos e das sessões de autógrafos. Leve algo para fazer, hidrate-se e descanse em zonas à sombra. Se for com crianças, combine um ponto de encontro e defina janelas de tempo curtas para cada actividade.
Vale a pena ir a um evento de anime no Brasil?
Na minha opinião, vale a pena. E vale, inclusivamente, a pena ir a eventos pequenos, por uma razão simples: paga-se menos e encontram-se quase sempre as mesmas actividades que se encontram num evento grande, ainda que em escala mais modesta. Para o público que está a começar, um evento regional é, em regra, a forma mais tranquila de entrar no circuito, sem o choque de escala que um Anime Friends ou um Anime Festival pode provocar a um estreante.
Os eventos maiores compensam, em primeiro lugar, pela concentração de actividades num só fim de semana, pelos convidados internacionais, pela qualidade técnica dos palcos e pela quantidade de estandes e de merchandise que, em regra, só se encontra em feiras desta dimensão. Compensam, também, pela oportunidade de conviver com gente de outras cidades e, em alguns casos, de outros países, o que faz da convenção um ponto de encontro da comunidade otaku brasileira.
Se você só puder ir a um evento por ano, vale a pena escolher, de preferência, um evento que reúna a maior parte das actividades que lhe interessam, com datas compatíveis com a sua agenda e a um preço de ingresso compatível com o seu orçamento. Se for estreante, o conselho mais repetido pela comunidade é começar por um evento regional de menor dimensão, perceber como funciona a dinâmica, e só depois investir em deslocações maiores para os certames de referência.
De uma forma geral, um evento de anime acontece uma ou duas vezes por ano em cada cidade, realiza-se, em regra, ao sábado e ao domingo, e os preços dos ingressos podem variar de cidade para cidade e de modalidade para modalidade. A data concreta do evento na sua cidade e o valor actualizado dos ingressos podem ser consultados, em todos os casos, na página oficial do certame, que é, também, o melhor sítio para confirmar a lista de convidados, o regulamento dos concursos e a programação dos painéis.
Se você nunca foi a um evento destes, talvez o melhor conselho seja o mais simples: vá. Mesmo que vá sozinho, mesmo que vá sem saber nada de anime, mesmo que vá apenas por curiosidade. É, em regra, uma experiência que vale a pena, e que, com alguma probabilidade, o fará querer voltar.
Comunidade
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