Oi, aqui é o Kevin do Suki Desu, e quero falar sobre meus animes favoritos. Escolher uma lista assim sempre é meio injusto: cada obra acerta em um lugar diferente, então não existe uma ordem absoluta entre gêneros tão distintos.
Por isso, os primeiros títulos têm um peso especial para mim, mas não vou fingir que consigo decidir quem merece primeiro ou segundo lugar. Esta é uma lista pessoal, com alguns animes muito conhecidos e outros que ainda merecem mais gente assistindo.
Hoje ela reúne nove escolhas principais e dez menções que já passaram pelo meu top pessoal. Se algum dos seus favoritos ficou de fora, conta nos comentários: lista de anime boa sempre rende discussão.
Sumário 12
Nove animes que sustentam meu top pessoal
São os títulos que mais me fazem hesitar quando tento escolher posição. Cada um me ganhou por um motivo diferente.

Steins;Gate — viagem no tempo com suspense e drama
Steins;Gate é baseado em uma visual novel da Nitroplus e 5pb e ganhou anime pela White Fox em 2011. Os primeiros episódios podem parecer lentos para algumas pessoas, mas eu não conheço ninguém que tenha chegado ao fim e saído indiferente.
Para mim, ele junta drama, comédia, suspense, romance e viagem no tempo de um jeito difícil de repetir. A história continua surpreendendo quando abre novas possibilidades, inclusive na linha temporal alternativa de Steins;Gate 0.
A sinopse parece simples e não quero estragar nada: um grupo de amigos descobre uma forma de mandar mensagens através do tempo. Vai por mim: dê uma chance até o episódio 12.

Uchuu Kyoudai — Space Brothers — Irmãos no Espaço
Já falamos sobre ele aqui no site, e Uchuu Kyoudai continua sendo um dos melhores animes que pouca gente conhece. O mangá de Chūya Koyama recebeu adaptação em anime pela A-1 Pictures em 2012.
É um slice of life com humor, tensão e uma vontade absurda de ver o próximo episódio. A história de dois irmãos que sonham em ser astronautas parece simples, mas encontra força na persistência deles e nas pequenas vitórias do caminho.
Voltado ao público seinen, o anime é reconfortante sem ser vazio. Eu recomendo dar uma chance, especialmente para quem gosta de histórias de amadurecimento e espaço.

Hunter x Hunter — meu shonen favorito
Hunter x Hunter é popular, então não há muito o que apresentar. Mesmo assim, foi um dos poucos shonen gigantes que realmente me fisgou; nunca tive o mesmo interesse por Naruto, Bleach ou One Piece.
Yoshihiro Togashi publica o mangá desde 1998, numa trajetória marcada por longos hiatos. A obra recebeu duas adaptações em anime, e eu prefiro a versão da Madhouse, iniciada em 2011.
Gon parte em busca do pai e faz o Exame Hunter para entrar em um mundo cheio de privilégios, amizades e perigos. A premissa é só o começo: os arcos seguintes mudam bastante o tamanho e o tom da aventura.

Detective Conan — investigação que nunca me cansa
Detective Conan, criado por Gosho Aoyama, acompanha a televisão japonesa desde 1996. É um daqueles animes que parece inesgotável: há um caso novo para resolver, mas também uma história maior que avança aos poucos.
O formato pode soar repetitivo e o visual é mais leve do que o de muitos thrillers, mas é justamente essa mistura que funciona. Até minha mãe assiste; a série consegue transformar detalhes de cotidiano, dedução e cultura japonesa em parte da diversão.

Fullmetal Alchemist: Brotherhood
Fullmetal Alchemist: Brotherhood foi um dos primeiros animes que acompanhei legendado, episódio por episódio. Muita gente já conhece a obra, que segue muito bem avaliada no MyAnimeList, mas ela ainda merece cada recomendação.
Existem duas adaptações para anime. Brotherhood, lançada em 2009, acompanha integralmente o mangá de Hiromu Arakawa. A história começa quando dois irmãos tentam ressuscitar a mãe por meio da alquimia e pagam caro por isso.
Com um corpo perdido, uma alma presa a uma armadura e próteses mecânicas, os irmãos Elric procuram a Pedra Filosofal enquanto descobrem uma conspiração que envolve todo o país.
Outras escolhas que marcaram minha lista

Code Geass: Lelouch of the Rebellion
Code Geass é um anime original lançado em 2006 pela Sunrise, com mecha, guerra e thriller psicológico. Alguns estranham os traços, a direção ou o mecha, mas ele continua entre os melhores que assisti. Eu mesmo maratonei os 50 episódios em menos de 24 horas.
A trama mostra um império dominando boa parte do mundo e Lelouch tentando derrubá-lo com um poder que lhe permite dar uma ordem a alguém uma única vez. A construção da história segura muito bem a tensão e entrega um dos finais mais memoráveis dos animes.

Tengen Toppa Gurren-Lagann
Outro anime de mecha, lançado em 2007. Tengen Toppa Gurren-Lagann nasceu como anime original, com roteiro de Kazuki Nakashima. Os traços podem incomodar no começo, mas a obra sabe ser impactante e conquistar mesmo quando abraça o absurdo.
Dois amigos vivem no subterrâneo até encontrarem uma saída, só para descobrir que o mundo lá fora também quer empurrá-los de volta. A premissa parece simples, mas vai muito além — e às vezes dá a impressão de que o roteiro tomou um café forte demais.

Monster — thriller sem sobrenatural
Monster foi outro anime que demorei a assistir por causa do visual mais antigo. A adaptação da Madhouse, baseada no mangá de Naoki Urasawa, acompanha o neurocirurgião Kenzo Tenma depois que uma decisão profissional muda a vida dele por completo.
O começo já avisa que o clima será sombrio. Apesar do nome, não há sobrenatural: existe um médico tentando entender o próprio passado enquanto persegue uma figura que carrega crimes brutais.

Accel World — para mim, funciona melhor que SAO
Accel World vem de Reki Kawahara, o mesmo autor de Sword Art Online. Baseado em light novel, o anime foi lançado pela Sunrise em 2012 e não alcançou a mesma projeção de SAO.
Num futuro próximo, as pessoas entram em ambientes virtuais com facilidade. Um garoto inseguro recebe um convite da aluna mais popular do colégio para participar de um jogo de luta misterioso, capaz de acelerar a percepção do cérebro.
Eu gosto mais da dinâmica de Accel World porque o protagonista não é invencível. Alguns implicam com o visual dele, quase um chibi gordinho, mas essa vulnerabilidade faz parte do charme.
Dez menções que quase entraram no top pessoal
Há muitos animes que já ocuparam um lugar entre os meus favoritos. Em vez de fingir que existe um décimo colocado definitivo, deixo estas dez menções:
- Ore no Imouto ga Konnani Kawaii Wake ga Nai — não sei explicar direito, mas me marcou;
- ReLIFE — um drama romântico que funciona muito bem;
- Shokugeki no Souma — meu favorito quando o assunto é culinária;
- Sidonia no Kishi — que brisa é essa;
- Boku no Hero Academia — um shonen que me divertiu bastante;
- Kiseijuu — ação e tensão na medida;
- Nana — drama feminino que vale conhecer;
- Zero no Tsukaima — maratonei e gostei muito;
- Aldnoah.Zero — trilha sonora que ficou comigo;
- Golden Time — comédia romântica para guardar na lista.
Uma menção não significa que um anime seja pior que outro. Eles apenas entraram e saíram do meu top conforme eu descobria obras novas e revia antigas.
Espero que vocês tenham gostado da lista e deem uma chance aos títulos mencionados. Agora quero ver a de vocês nos comentários.
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