Preconceito? Situações que japoneses enfrentam no brasil e no mundo.

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Muitos questionam o fato de japoneses serem racistas xenofóbicos, porém não possuem argumentos. Só porque os japoneses são timidez e possuem dificuldades de socializar eles são tachados como preconceituosos? O preconceito e racismo está no mundo inteiro, e neste artigos vamos examinar o lado contrario. Vamos ver situações xenofóbicas que os japoneses enfrentam no Brasil e no mundo.

A ideia de que japoneses só gosta de orientais

Isso é algo absurdo, alguns acham que japoneses gostam apenas de ter amigos, parentes, e se relacionar com asiáticos. Uma ideia totalmente errada, que resulta em diversas situações constrangedoras. A culpa é da timidez, só porque os japoneses são tímido eles não estão excluindo os não orientais. Pelo contrario, japoneses gostam de conhecer pessoas, e expandir seu circulo de amizade, só não tem muita experiência nisso. O sonho de muitos orientais são casar com ocidentais, eles não se prendem ao oriente. Sem falar que os japoneses têm problemas para se relacionar com chineses e coreanos por motivos passados.

Obsessão pelo órgão genital masculino dos orientais ou ao corpo das japonesas

Infelizmente, alguns fazem piadas e críticas com respeito a isso. Considero uma grande ofensa, falta de respeito, falar do tamanho do órgão genital masculino, altura dos japoneses, e o pequeno corpo das japonesas. Não é uma competição de tamanho, isso só mostra o tanto de merda que as pessoas têm na cabeça, para falar sobre um assunto tão inútil,  com respeito ao corpo das japonesas, melhor observar antes essas toneladas de gordura presente no ocidente.

preconceito

Gritar palavras japonesas aleatórias ou que não existem

Se você considera dizer: takakara nomuro uma brincadeira, você está sendo insensível. Pessoas infelizmente zombam do idioma oriental, falam palavras aleatórias como arigatou como zombaria, chamam o idioma de esquisito, e feio, colocam uma dificuldade que não existe, uma tamanha ignorância, sem considerar que o português é extremamente mais difícil. (Eu pessoalmente estou cansado de estudar o idioma, e pessoas ignorantes chegar com brincadeiras e criticas.)

Sem respeito a Nacionalidade, são todos olhos puxados

Primeiramente os japoneses enxergam perfeitamente bem, e até melhor, visto que os olhos puxados servem de proteção a radiação ultravioleta refletida pela neve. Mandar o japonês abrir os olhos, ou categoriza os asiáticos, trocar nacionalidade por serem parecidos, são atitudes degradantes e pura inveja da beleza dos olhos puxados.

Vocês comem aquelas comidas esquisitas? só comem sushi?

Outro problema que os japoneses têm que enfrentar, é a critica na culinária, insetos e cachorros não fazem parte da culinária japonesa,  Sushi faz, mas não necessariamente a pessoa vive só de Sushi, no Japão e possível encontrar japoneses que odeiam peixe, e a variedade de escolhas de alimentos é imensa. Então antes de insultar as pessoas deve estudar um pouco. Infelizmente japoneses têm que responder perguntas como:

  • Você sabe comer de pauzinho né?
  • Na sua casa tem garfo?

Pastel de Flango com catupili

Essa é a famosa frase, e um dos maiores insultos tanto para os chineses como para os japoneses. Primeiramente isso é um insulto ao Idioma chines, depois mostra novamente como as pessoas acham que os japoneses e asiáticos são todos iguais, visto que o japonês nem se quer consegue falar perfeitamente a letra “L” ele falaria: Pasteru de Furango. Se não entende bem, veja o vídeo abaixo:

Suposições erradas

Por ser japonesas, as pessoas acham que ele tem que ser super inteligente, fazer equações matemáticas enormes, construir robôs, tem que ser higiênico, educado… acham que todos são iguais, e que não há diversidade cultural entre eles.

Junto com os diversos motivos citados acima, japoneses ainda tem que aguentar apelidos como japa, ou com palavras do portugues que parecem japonesas. Sem citar nas milhares de críticas sobre a cultura e costume japonês.

Essas brincadeiras nada mais são do que racismo disfarçado. Dificuldade de aceitar o descendente oriental como um cidadão brasileiro comum.

Isso mostra quem realmente sofre discriminação fora do país, esse artigo serve para refletir que antes de dizer que o Japão é um país racista, deve primeiro tirar o cisco do teu próprio olho.

Não estamos dizendo que ninguém é racista ou xenofóbico, simplesmente o artigo e pra mostrar o lado oposto. Comente e Compartilhem se possível, para que as pessoas possam refletir sobre essas atitudes.

Os japoneses sofreram muito mais racismo pesado no Brasil no século passado. Para saber mais recomendamos ler nosso artigo Japoneses sofrendo preconceito no Brasil.

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76 comentários sobre “Preconceito? Situações que japoneses enfrentam no brasil e no mundo.

  1. Há casos de brasileiros sem descendência japonesa morando e trabalhando no Japão por intermédio das multinacionais em que trabalham, como Toyota, Honda, Mitsubishi e Nissan, onde esta pessoas são convidadas a trabalhar por um período no Japão para terem mais experiência sobre a empresa, sua linha de produção e seus objetivos. Enfim alguns destes brasileiros são racistas, zombam dos japoneses a torto e a direito, até fazem canais no Youtube e outras redes sociais para destilarem o veneno contra os japoneses, fazem piadas preconceituosas e racistas, comentários sobre os dizeres racistas mais comuns o que estimula as pessoas a nutrirem este racismo contra os japoneses.
    Casos como o canal “Uma dani”, segue link do video de teor racista: https://www.youtube.com/watch?v=BWVzaLZkg1o
    há muitos outros que ela faz zombando dos japoneses descaradamente sendo que ela e o maridinho moram no Japão e vivem a cultura.
    São este tipo de pessoas que abomino, gente medíocre, hipócrita que resolve morar num país para ficar falando mal de sua população e dos descendentes que moram no Brasil.

  2. No Brasil os descendentes de orientais sofrem forte discriminação, são inferiorizados pela população e rotulados como “bobos” “alvo de chacotas”. Seja nas ruas e/ou locais públicos/privados, sempre que há um oriental há sempre um e outra pessoa que zombam, fazem de graça, sem conhecer a pessoa, sem razões concretas para tais atitudes, simplesmente pelo prazer de humilhar em público um oriental.
    Os negros se revoltam quando são humilhados, mas os orientais não podem expressar reação negativa frente à humilhação, as próprias pessoas que nos agridem nos rotulam como se nós orientais fôssemos obrigados a aceitarmos quietos os desaforos na desculpa de ser apenas “brincadeiras”. Eu não brinco com quem não conheço e muito menos humilho as pessoas para me sentir bem, este mal dos brasileiros, uma sociedade corrupta, é o que faz a desigualdade crescer tanto neste país.

  3. @Manoel Não tenho rancor, ódio ou racismo contra negros, mas citei alguns em meu comentário para as pessoas terem idéia de que não são apenas os brancos que agem com preconceito e racismo no nosso país.

  4. @Will (Fox) Lendo seu comentário, noto que citou pessoas negras sendo racistas com você e espero que você mesmo não tenha nenhum rancor ou ódio contra os negros por conta deste episódio.
    A dita “minoria negra” que lutam pelos direitos dos negros mostram suas falhas quando o assunto é educação e respeito as diferenças para com pessoas de diferentes etnias. Creio que o tal “bom senso” precisa ser exercitado em casa, o engraçado é que após os negros conquistarem “direitos”, sentem-se no “direito” de debochar de pessoas de outras etnias, fazendo-as passar na pele o que eles mesmo passam.
    Eu admiro os orientais por serem pessoas educadas e muito dedicadas. Quem liga para aparência ou modo de agir de uma pessoa, geralmente são gentinha com baixa auto estima e sentem a necessidade de falar mal de alguém, de preferência as pessoas mais tímidas e/ou reservadas são as maiores vítimas. A sensação da impunidade leva as pessoas à ignorância.
    Quanto ao Senac, esta escola já foi boa, hoje acumula reclamações e processos por casos como o seu, mas dependendo da região ela continua tendo qualidade.

  5. @Cesar Já registrei o boletim de ocorrência e irei dar prosseguimento no processo, foi por conta do comentário burro de uma docente do Senac que fiz a queixa e também do aluno negro que falou aquela tolice dando início a toda aquela confusão. Terça fui receber o reembolso de outro curso que havia me matriculado no Senac, até que fui bem atendido e, ao sair para pegar o ônibus uma aluna negra do curso de auxiliar de escritório que era outra que costumava falar merdas porque é outra que sem razão alguma não ia com minha cara e pegava o mesmo ônibus para ir ao Senac, ficou fazendo piadinhas racistas. No curso que de auxiliar administrativo, uma aluna também negra que trabalha de manicure e sua amiga cabeleireira e outros 3 rapazes que sentavam no meio da sala viviam cochichando sobre minha aparência física e sexualidade sendo que não sou homossexual. O mais revoltante é que já ofereci carona a 2 destes três rapazes imbecis e os filhos da puta falaram merda e esnobaram totalmente, ou seja, tentei amizade com todos naquele curso de merda e ninguém se interessou por serem pessoas preconceituosas e racistas. Até um nordestino da turma que eu costumava dar carona toda sexta, falou merdas com uma garota da sala falando que eu tenho olhos de peixe morto, etc sendo que até já paguei o lanche destes dois lixos, pois é consideração zero destes vermes.
    Todos que fazem mal a alguém por conta de preconceito e racismo, acabam recebendo o troco cedo ou tarde. E são este tipo de condutas negativas que imperam em nossa sociedade. As pessoas são oportunistas, mesquinhas e sem caráter, precisam e sentem a necessidade de pisar em cima das pessoas para terem sucesso ou se destacar num grupo. Se uma escola é capaz de permitir que os docentes sejam racistas e preconceituosos então não me admira ver alunos tendo a mesma conduta. Tenho minhas dúvidas se nas empresas que fazem parceria com o Senac de Presidente Prudente, permitem o preconceito e o racismo entre seus colaboradores e alunos. As pessoas não tem ética e respeito, depois desta experiência que tive ao tentar amizade com alunos da minha turma, cheguei a conclusão que não devo confiar em mais ninguém e quem quiser a confiança terá de conquistá-la. Quanto ao Senac de Presidente Prudente, este que é tido como uma referência em ensino técnico de qualidade e excelência para a especialização de profissionais de diversos ramos de atuação, ser destratado totalmente e humilhado por comentário infeliz de um docente que causou deboches e risadas da turma contra a minha pessoa, esperava tratamento melhor como aluno e isto tudo só dá motivos para alertar outras pessoas que tem interesse em estudar no Senac de que esta escola não tem ética e seus funcionários não respeitam seus alunos da forma que falam.

  6. @Ricardo Kato faço minhas as suas palavras. Presidente Prudente é um lixo no interior de SP

  7. @Will (Fox) Como foi dentro da instituição de ensino, você deve processar a escola pois é ela a responsável por seu corpo docente e para este fim é preciso recorrer a um(a) advogado(a) para abertura de processo. Caso opte em fazer um boletim de ocorrência, neste caso você terá que acusar o autor do comentário racista por tê-lo constrangido perante seus colegas de sala. Enfim é causa ganha não só por conta das testemunhas e querendo ou não elas serão obrigadas por lei à prestar seu testemunho, mas pelo peso das palavras utilizadas que feriram o seu orgulho, a sua pessoa, se não for por racismo que esta pessoa ou escola serão acusados, será por danos morais. Para ambos os casos este processo pode levar meses para se resolver pois o lado acusado também precisará de tempo para levantar sua defesa.

  8. Sofro racismo, preconceito e discriminação diariamente como qualquer outra pessoa. Porém o que não entendo é o por que de um oriental nascido no Brasil não ser visto como brasileiro e sim como “japonês”, “chinês”, “coreano”. Hoje por exemplo no Senac, ouvi alunos falando que “japoneses são feios” e colegas de sala falando que sou “japonês do paraguai” por não saber fazer origami ou falar a língua japonesa, como se eu fosse obrigado a nascer carregando todos os traços culturais e étnicos dos japoneses nas costas sendo que nasci no Brasil e carrego toda a cultura brasileira com orgulho.
    Há muito comentário desnecessário proferidas por pessoas de diversas classes sociais e isto tem haver com a conscientização da sociedade que o Brasil é um país miscigenado em todos os Estados e que o respeito à estas diferenças físicas e étnicas deve prevalecer, sendo que na prática isto não acontece.
    Realmente há uma onda de racismo, preconceito e discriminação contra os orientais, eu mesmo presencio cenas do tipo: pessoas não sentando ao meu lado, seja em escolas e centros profissionalizantes, quanto no trabalho; pessoas mudando para outra calçada e provocações agressivas vindas de adolescentes ou adultos.
    Só estimo que os brasileiros descendentes de orientais tenham o mesmo respeito que os brancos e negros merecem, os amarelos podem ser minoria no país, porém assim como todos os demais descendentes que lutam para levar uma vida digna e contribuíram para o crescimento do Brasil, nós orientais merecemos o mesmo reconhecimento e respeito.
    Infelizmente quando nós vamos para outro país, somos chamados de “brasileiros”, mas aqui no Brasil somos chamados de “orientais, japoneses, chineses, coreanos,etc” graças a ignorância da sociedade e da mídia brasileira.

  9. Racismo, preconceito, discriminação,sempre existiram em todas as partes do mundo desde o primordio da raça humana.
    Brasileiros contra japoneses e seus descendentes e japoneses e seus descendentes contra brasileiros, cada um depreciando o outro.
    Lembro do pessoal da colônia referindo aos brasileiros chamando de “gaijin” “ketô” “kurochan”, etc…
    No Japão em 2005, ouvi de uma chinesa nascida no Japão, dona de uma banca de jornais e revistas na estação de trem no bairro Ōmori na cidade de Tokyo, de quanto a comunidade chinesa sofre preconceito por serem chineses, quando disse que sou brasileiro descendente de japoneses ela me ajudou alias me ajudou muito em várias coisas no dia dia e todos os dias que passava por lá eu cumprimentava ela .
    Tem alguns Okinawanos no Brasil que não gosta dos japoneses de outras províncias, conheço um nissei que teve que interromper o namoro porque o avô da noiva nao suportava ele por ser descendente de japoneses e não descendente de okinawano, ele depois casou com uma piauiense.
    Com isto estou afirmando que não existe racismo ou preconceito ou discriminação de uma via só ou mão única são sempre de duas vias ou mão dupla .
    Vai na padaria tomar cafezinho, tem aquele café carioca que nada mais é do que acrescentar água no cafezinho, ou lavar o carro só com pano molhado e chamado de carioca também, todos os nordestinos em S.P. sao chamados de baianos, paranaense é barriga verde, mineiro é baiano cansado.
    Fui a Portugal na cidade de Lisboa , também existe racismo contra brasileiros, chineses, etc…
    Na Espanha também , um motorista de táxi um senhor já de idade odiava qualquer palavra em português.
    E na Inglaterra, tive que explicar ao funcionario da imigração porque eu tinha passaporte brasileiro e não japonês .
    Mas nesse mundo tudo isso faz parte .
    Outro problema atual, agenda globalista o do politicamente correto, que na verdade nada mais é do que cercear a liberdade de ideias de opiniões através do discurso de ódio, “nós contra eles”
    Enfim , se querem um mundo melhor pare com discurso de ódio, como alguns comentários que li .
    Querem combater o problema de preconceito racial com outro discurso racista.
    Não se pode subir degrau por degrau de uma escada fazendo discurso de ódio a pretexto de conquistar direitos iguais por mais legitimas que seja !!!
    Pior seria se o objetivo do discurso seja o de receber apoio financeiro através da fundação Ford, Rockefeller, George Soros,ONU , etc…porque eles estão a procura de jovens para juntos somar forças no sentido de destruir o mundo livre e cristã. Assim como as diversas Ongs, tais como feministas que querem legalizar aborto , negros que são racistas tanto quanto os supremacistas brancos aliás no Brasil já tem movimentos negros que odeiam casamentos interraciaias, islamicos que odeiam judeus e cristãos, os movimentos gaysistas que querem o fim dos heteros, os esquerdistas que querem destruir o capitalismo.
    Como escreveu Antônio Gramsci durante a sua prisão , infiltrar nas mais diversas áreas da sociedade e criar discursos de ódios contra todos e contra tudo apoiando movimentos que farão a implosão dessa sociedade sem precisar de armas de fogos e nem de espadas, e assim implantar o regime que eles tanto almeja !!!
    Digo apenas “Cuidado com discurso de ódio !”

  10. Cara Bruna, você escolheu o post errado para cuspir os seus argumentos feministas. Você não é oriental, não sabe o que nós passamos no dia a dia, sendo alvo de preconceito e racismo. Suas falácias não tem fundamento algum, pois você falar da China sendo que aqui no Brasil a população sofre abusos ainda maiores para levar uma vida digna e não me refiro às pessoas da classe média alta, me refiro aos pobre da classe média baixa que são forçados a encarar jornadas de trabalho terríveis para ganhar algumas migalhas para sobreviver, a crise do governo ptista que destruiu todo o país e sua economia tirando o ganha pão de milhões de famílias. Agora vir aqui numa postagem para conscientização da população brasileira quanto à discriminação e racismo praticada contra orientais, para falar de assuntos feministas, só pode ser louca varrida, procure o post adequado para você colocar o seu exemplo sobre o assédio que as mulheres sofrem e não use isto de forma acéfala para comparar com o preconceito e racismo sofrido pelos orientais no Brasil. Ridículo seu comentário e totalmente desnecessário.

  11. Fico surpreso de ao ler comentários esdrúxulos de algumas pessoas preconceituosas que ainda tem a ousadia de vir justificar as piadinhas, ofensas, etc contra os orientais. Quando a pessoa é ignorante é fácil julgar o livro pela capa mas é difícil ela se por no lugar da pessoa que ela julgou, pois vale aquela lei dos medíocres “foda-se”. A boca é uma das maiores razões para o excesso de violência no Brasil, e as pessoas parecem não se importar com o teor de seus comentários, simplesmente destilam o seu veneno justificando a facilidade da internet e das redes sociais na divulgação de conteúdo “humorístico com teor racista”. A sociedade brasileira não aprendeu até 2018 a respeitar as diferenças étnicas, físicas, e socioculturais de cada indivíduo. Defende-se a cultura da “zoação” como uma coisa comum entre os brasileiros e os orientais que são a minoria tem o “DEVER” de aceitarem quietos tais dizeres. Mas não somos obrigados, ninguém é. O que falta no Brasil e em todo o planeta é a educação, o respeito as diferenças étnicas, físicas e culturais de cada pessoa. Um dos temas de maior discussão nos últimos anos é o direito lgbt, do qual os gays defendem o direito de utilizar os vagões exclusivos só para mulheres, assim como o uso do banheiro feminino sendo que não são mulheres de fato, e até no esporte estão querendo tomar o lugar de muitas atletas femininas. Um detalhe que a Bruna e outras pessoas que foram infelizes em suas alegações, é que o teor discriminatório e racista é mais forte com os orientais do sexo masculino, pois as mulheres são mais aceitas porem recebem o mesmo tipo de tratamento com relação as piadas e comentários de cunho racista. E na realidade é legal ler as opiniões de pessoas de outras descendências pois grande maioria aprecia a cultura oriental e gostam dos orientais, e são a minoria que nos detestam. E são esta minoria que disseminam tanto ódio e fazem piadas como “pastel de flango” se tornarem normais pois nós orientais ouvimos calados ou rimos sem graça, então a sociedade pensa que é normal e esta tudo bem zoar dos orientais. É muito comum os orientais ouvirem comentários que somos gays ou que não sabemos cortejar as mulheres, palavras infames e totalmente erradas, só pela fisionomia do homem oriental ser diferente do homem ocidental, não quer dizer que sejamos gays, ou por sermos orientais não termos a capacidade de realizar uma mulher e isto não tem nem haver com o “tamanho do equipamento” que é o que grande parte dos ignorantes falam, inclusive mulheres que acabam por rejeitar quaisquer aproximação de um oriental mesmo para amizade. É muito facil alegar que os orientais são reservados e frios por natureza, sem levar em consideração o grau de destruição que o assédio moral de uma sociedade pode afetar uma pessoa. E Bruna conheço muito bem a história do regime de escravidão dos cidadão chineses nas multinacionais na China, sei como a Nike, Sony entre outras empresas exploram a mão de obra barata neste país, porém mesmo com esta exploração do trabalho humano, que é um mal comum em países de regime comunista, muitas empresas tem visto a China com bons olhos assim como este país medíocre viu potencial de crescimento e abriu as portas ao mundo. E hoje é uma das grandes potências sim ao lado da Coréia do Sul, Japão, Estados Unidos, União Européia, etc No mais não me baseio nos estudos e/ou dizeres de outras pessoas para formular o meu comentário, digo o que vivo e tenho que suportar no dia-a-dia, se pra algumas pessoas da minoria ignorante a cultura da zoação é normal pra mim é bem anormal e um dos maiores motivos para a violência exacerbada que temos no Brasil. E apesar de toda esta ignorância da minoria ignorante que com ajuda da mídia espalham este racismo e discriminação contra os orientais no país, ainda há uma grande maioria que amam e apreciam os orientais assim como nós orientais brasileiros amamos os brasileiros de outras descendências, pois somos um país miscigenado e poderiamos ser exemplo ao mundo se o respeito as diferenças fosse prioridade.

  12. Nota-se que a autora do último comentário não é oriental e esta totalmente por fora das “gírias preconceituosas” contra os orientais. O rótulo da mulher brasileira como “fácil e garota de programa” é culpa de nossa cultura que faz a mulher parecer um objeto sexual e esta imagem é vendida ao mundo para atrair turistas de todos os cantos e sei o quanto as mulheres detestam este “rótulo”. Assim como nós orientais detestamos piadas de mau gosto com conotação preconceituosa e racista como “pastel de flango” o que é normal para você é anormal para nós pois somos as pessoas que recebem as palavras. Esta “cultura da zoação” que você mencionou e defendeu é apenas uma amostra do quanto as pessoas são ignorantes para falar mal uma das outras “sem mais nem menos”. Além do mais, fui eu a pessoa que citou a China como uma das potências ao lado da Coréia do Sul, que outrora era uma sub potência ao lado do Brasil, e sim minha cara, conheço perfeitamente a cultura do trabalho escravo na China, mas formalizei o meu comentário citando os aspectos positivos que o país mostrou ao mundo. Multinacionais de cada canto do mundo estão investindo na China e contribuindo para que este país cresça. Sim a China ainda é um país pobre e medíocre devido ao rígido sistema comunista, mas é um país que tem aberto as portas ao mundo para atrair mais investidores. No Brasil esta sua “cultura da zoação” é um dos males de nossa sociedade que causam tantos atritos entre a população, e sobre os orientais serem minoria, ora querida, isto não vem ao fato de que nós sejamos obrigados a aceitar os rótulos que as pessoas nos impõem. Eu não preciso me basear em comentários ou em estudos de outras pessoas para formar a minha opinião, então seus argumentos não passaram de baboseiras, procure “estudar” mais para entender o que os orientais brasileiros passam no dia-a-dia ao invés de justificar tais atos.

  13. Olha… fui atraída pelo tema. Li os primeiros comentários, até gostaria de ler todos, mas são muitos, então já pulei para o final para dizer o que penso. Quando li este último comentário da Luana Dementia, que, aliás, parabéns Luana. Fiquei sem o que dizer após ler o seu comentário. Faço das duas palavras às minhas. Você me representou. Então o que posso dizer para diferenciar ou complementar a Luana? Nada mais modesto do que isso: Acho de extrema importante lembrar que o brasileiro, com ajuda da internet e liberdade total, tem criado um estilo de comédia próprio. A famosa ‘zoeira’ e os ‘memes’ da vida fazem parte do comportamento do brasileiro, seja na alegria, seja na tristeza, seja na saúde, seja na doença, seja na graça, seja na desgraça. É o pão nosso de cada dia do brasileiro que tem nos alimentado diariamente. E se compararmos com os orientais, essa atitude é totalmente condenado por eles, com exceção dos coreanos e alguns outros orientais. Você pode não acreditar, mas os memes se tornou uma das maiores exportações que o Brasil tem feito, e vários adeptos têm alcançado mundo à fora. Tanto zoam os brasileiros quando podemos zoá-los. Esse liberdade, ou é limitada para o bem de todos ou é necessário entrar em consenso. Zoamos inclusive nossos patriotas, nossos ascendentes (os portugueses). Não é o papa que abriremos exceção. Estou dizendo que concordo com isso? Não, estou dizendo como funciona. O brasileiro usa isso não muitas vezes como uma arma maliciosa, mas um passatempo. Não excluir nada nem ninguém da zoeira (essa é a vibe do momento, apoiados por uns, condenados por outros, sem falar dos imparciais que segue em silêncio). Eu não entendo que ‘pastel de flango’ seja um ‘puta preconceito’ quando eu sou lembrada no exterior de que mulher brasileira é ‘fácil, gostosa e garota de programa’. Isso sim é um ‘puta preconceito’ e de uma ofensa quase irreparável. É a minoria falando pela maioria? É a exceção falando pela regra? Para dar por encerrado meu comentário, já que eu me dobro aos comentários da Luna, quero dizer aqui para uma pessoa que citou que a China deixou de ser um país subdesenvolvido para hoje declarar-se um país que ultrapassa a economia dos EUA. Cuidado com as fontes que ‘você’ do comentário, tem visto por aí. Talvez porque minha visão é mais de direita, obtenho informações contraditórias, desumanas e ilegais. Muito do que a China fez e vem fazendo não é exemplo a ser seguido por nenhum país. O trabalho escravo é tão óbvio na China que, se você não parar para analisar isso, vai continuar elogiando o império Chinês sem saber se ele foi merecido ou não. Claro, isso vale para qualquer nação, estou apenas dando o exemplo da China que foi citado, já que estamos falando de cultura oriental. Não espero grandes exemplos de países com regime comunista.

  14. Presidente Prudente é um lixo de cidade, o povo é mau educado, os pais não educam seus filhos e mesmo frequentando escola custam a respeitar diferenças étnicas e físicas de cada pessoa, se for japonês e passar na entrada/saída de uma escola pública, esteja preparado para ouvir desaforos racistas por parte dos estudantes, tema este que nenhum site aborda e que sempre provocam brigas, espancamentos e até a prisão destes adolescentes. Também sou oriental e já ouvi muito desaforo de alunos de escolas sejam públicas/privadas por conta dos meus aspectos físicos e culturais e é terrível imaginar estes mesmos jovens daqui alguns anos educando seus filhos e netos a agirem da mesma forma e este racismo provoca também a discriminação/preconceito futuramente no dia a dia do trabalho onde as pessoas tem a tendência de isolar os orientais e não tratar-nos como iguais. Se puder Carlos, mude para uma cidade onde as pessoas tem mente aberta e são mais educadas, Maringá-Pr é um bom exemplo. Já morei em Presidente Prudente/SP e esta cidade é uma merda total, como disse, o povo é sem educação, os jovens são iguais aqueles sob a tutela da fundação Casa, a intolerância contra as diferenças físicas e culturais são explícitas nas atitudes das pessoas, ou seja, é uma cidade medíocre do interior de SP. Já processei uma escola pública municipal após ter sofrido racismo nas ruas por parte de seus alunos, registrei boletim de ocorrência e iniciei o processo, não fui indenizado após ganhar a causa mas não era nem por conta do dinheiro que havia movido a ação e sim para que a instituição fizesse valer o respeito entre as pessoas dentro e fora da escola. Resolveu? Não, pois não basta a escola orientar seus alunos se a família não faz o seu papel na educação de seus filhos(as). Para os orientais em geral serem respeitados, uma série de reivindicações precisaram ser realizadas, pois assim como os negros hoje são respeitados, nós orientais também queremos o mesmo direito, não importa se nossos descendentes chegaram durante o fim da 1ª Guerra Mundial, nós também temos nossa parcela de participação na história do Brasil e merecemos o mesmo respeito que os demais cidadãos. Hoje vejo não só orientais sofrendo discriminação e racismo nas ruas, mas também imigrantes e refugiados de outros países.

  15. Olha só como algumas pessoas mau caráter são. A campanha de vacinação contra a febre amarela começou em todo o Estado de São Paulo. No posto de saúde de Presidente Prudente ao aguardar na fila de espera, uma família chegou e ficou logo atrás na fila e ouvi comentários racistas do tipo “febre amarela” sinalizando para mim e rindo, não bastando a total falta de educação, ousaram passar à minha frente para solicitar informação, absurdo. Não reclamei, não por ser “bobo” como os racistas taxam os orientais, mas por ter educação e saber que não vale a pena discutir com gente daquele tipo.

  16. Parabêns pela postagem Kevin. Eu sou descendentes de japoneses e sofro o mesmo tipo de discriminação que os negros sofrem no Brasil, ou seja, é gente mudando de calçada ao me ver, é gente encerrando o papo e se mandando quando passo, é gente correndo pra dentro do carro ou moto e saindo, e até já ouvi desaforo gratuito de policiais por eu ser oriental, isto quando não acham graça do aspecto físico dos orientais, enfim não sou marginal, não sou de briga, sou bem educado e é assim que sou tratado nas ruas, com hostilidade e assim como o Marlon Takamura, também sou natural de Presidente Prudente/SP e por aqui o preconceito é muito forte contra os orientais.

  17. Concordo com as opiniões da Emy, Luciano e parcialmente com o Fernando.
    Na realidade Fernando, os negros também seguiram a própria vida porém sofriam assédio moral constante e por isto precisaram partir para luta e com isto estão conquistando o respeito, embora aquela política de cotas seja uma afronta à estas conquistas. E a iniciativa dos descendentes de orientais de lutarem contra a discriminação racial é importante para conscientizar as pessoas que não somos meros imigrantes ou um perigo constante como nossos antepassados eram taxados na época da imigração. Somos cidadãos brasileiros como qualquer outra pessoa que nasce e leva sua vida neste país.
    O que não devemos fazer é sermos hipócritas e ignorarmos tudo que acontece contra os orientais, se acha que não existe as ondas de violência contra orientais, engana-se pois o já existem facções criminosas especializadas em assaltar somente orientais e estes marginais não apenas saqueiam os lares de orientais no país, como também os matam com requintes de crueldade, quando não matam espancam até deixar as vítimas a beira da morte.
    E também é outra realidade que o Luciano disse, os orientais serem menosprezados em relacionamentos com mulheres de família ocidental.
    E a Emy tem toda razão, só nos tornamos brasileiros no exterior, pois no Brasil somos rotulados como imigrantes.
    Após tudo isto se você ainda considera normal este preconceito, então você é o legítimo bobo que aceita tudo que lhe falam sem fazer nada para mudar esta situação. Os negros no passado foram alvos de represália por lutarem contra o racismo no Brasil e lutaram para garantir um futuro melhor para seus descendentes, do outro lado temos hoje nós orientais iniciando tardiamente esta luta contra o racismo no Brasil pois queremos que nossos descendentes possam viver com dignidade neste país. E o nosso país não vai pra frente ao contrário da Coreia do Sul e China que de países subdesenvolvidos, se tornaram nações de 1° mundo, graças ao investimento que estes países deram para educação, segurança, saúde, investiram para atrair empresas multinacionais que ofertam emprego abundante a população que outrora era pobre. O Brasil não vai pra frente pois a população é pacata e submissa à corrupção do governo e ao domínio do crime organizado, do contrário seriamos há muito tempo uma nação de 1° mundo na América Latina. Então se pra vocês Fernando e Daniel, lutar por respeito é tolice, então sejam os bobos como muitos outros que não lutam por seus direitos e nem pelo futuro de seus filhos.

  18. Querer respeito e educação no Brasil é o mesmo que sonhar com o fim da corrupção na política, isto não existe pois estamos em um país medíocre e infelizmente isto nunca irá mudar. Mas se os negros e pardos estão conseguindo ter o merecido respeito após mais de um século de lutas contra o racismo e a discriminação que ainda os assolam mesmo com as penas mais brandas que os protegem. Com os orientais isto anda à passos lentos, já vejo e até presenciei casos de crimes bárbaros contra orientais, a tendência é o nível de violência praticado contra os orientais serem ainda mais brutais. A mídia, mais precisamente a rede esgoto de televisão sempre mente falácias que no Brasil a Xenofobia não existe, mentira, ela esta em todo lugar. Se vc não for descendente de espanhóis, portugueses ou italianos, irá sofrer algum tipo de preconceito. Os orientais nunca foram vistos como legítimos brasileiros mesmo que nascidos no país, no mercado de trabalho sempre que busquei uma colocação nestes balcões de emprego do governo, sempre ouvi coisas do tipo “vai trabalhar no japão”, parece não termos o direito de disputar as vagas de emprego seja nas hierarquias mais altas nem nas hierarquias mais baixas. Ao menos aqui em Presidente Prudente/SP esta é uma realidade que enfrento há 2 anos e mesmo com especializações, cursos técnicos e faculdade a situação não favorece. Orientais são vistos como “imigrantes” e não como “brasileiros”, e se temos o costume brasileiro já nos apelidam de “japonês do paraguai(falsificado)”, quando não é pastel de flango, china e por ai vai mas vá chamar um negro de criolo ou um branco de leite qualhado pra ver se vc não para na cadeia por crime de racismo. Pois tudo que ofende e degrine a imagem dos orientais é permitido no Brasil.

  19. ISSO E VDD SOU BRASILEIRO ESTOU SE PREPARANDO PRA IR PRO JAPAO E AGORA O POVO DA MINHA ESCOLA VIVE ME ZOANDO POR CAUSA DISSOJA RECEBI ATE APELIDO DE JAPONES.MAS ESSE MUNDO ESTA PERDIDO ZOAR OUTRAS RELIGIAO ZOAR ESTRANGEIRO ISSO ME DA VERGONHA DESSE MUNDO.

  20. Gostei bastante desse artigo, realmente os brasileiros descendentes de japonêses em 80% das vezes são taxados como japoneses, oque é algo extremamente equivocado. Eu por exemplo sou descendente de japonês, índio, alemão e de brasileiro, mas mesmo assim eu sou taxado como japonês aff, isso me dá muita raiva, me sinto como se eu fosse um estrangeiro, oque é algo extremamente desconfortável, ainda mais que eu sofro de fobia social. E na escola tem uns professores que me chamam pelo apelido “Yuji” que é o meu sobrenome, o meu nome completo é Gabriel Yuji Fangui, meu pai teve a “brilhante” ideia de não colocar um sobrenome brasileiro no meu nome que no caso seria Venâncio, daí ficaria Gabriel Venâncio Yuji Fangui, pelo menos ficaria menos constrangedor. Não que eu nao queria ser descendente de japonês, eu só queria ser reconhecido como um brasileiro qualquer e não como um estrangeiro. Eu sei que muitas pessoas chamam de japa só de zoera, mas um grande parcela das pessoas chamam de japa ou qualquer apelido que refira a um japonês, porque realmente acreditam que a pessoa é japonês, oque não grande maioria das vezes não é.

  21. Pô, vcs querem fugir desse estereótipo de bôbos, mas o japonêis usa um chapéu ridículo no vídeo?! Aí fica difícil de não ser estereotipado, né?!

    • Na verdade o cara do chapeu é brasileiro, e sua opinião não conta… Por isso O brasil é uma merda, la no Japão o povo pode se vestir quanto quiser, ninguem ta nem ai…. nem fica reparando… Nem tenta empurrar sua noção de moda na sociedade.

    • Vocês japonêses levam esse assunto muito a sério, parece um complexo de inferioridade. Se o cara é branco e loiro, será chamado de “alemão”, independente de onde nasceu, se o cara tem olhos puxados, será chamado de “japonês” (ou chinês, que seja), independente de onde nasceu, se o cara tem cabeça chata, será chamado de “paraíba”, independente de onde nasceu… E serão chamados assim por uma questão caricáta e não racista. Outra coisa, você ja ouviu falar que “não basta ser honesto, tem que parecer honesto”? O inverso tambem procede. Certos detalhes fazem parte do senso comum e apresentação é uma delas, é uma questão holística. “O cara se veste como bôbo, então será considerado como tal”.

    • Eu não sou japonês, e acho que japoneses não se importam muito com isso, aliais, pros japoneses que moram no Japão, nem sabem nada do Brasil, alguns até acha que Buenos Aires é a capital do Brasil, então eles estão pouco se lixando… Agora a noção de moda lá é diferente, ninguém vai achar que um cara de chapéu lá é bobo… A moda é totalmente diferente, você sai na rua e ta todo mundo vestindo roupa social, agora se você veste roupa social aqui no Brasil as pessoas começam a te chamar de crente… Eu acho bobo e ridículo homens usarem brincos e pierce, arrepiarem o cabelo de forma demasiada, ou fazerem tatuagem exageradamente, eu acho isso idiotice, mas essa é a minha opinião, e nem por isso saio falando isso pra eles, na verdade as vezes acho interessante o que eles fazem pra se diferenciar das outras pessoas e não acho que eles são idiotas, só acho ridículo… Por isso se você acha o chapéu bobo, o problema é seu, essa é sua opinião, nem todo mundo pensa como você…

    • Cara, você tem grande ressentimento do Brasil e do povo brasileiro, anda constantemente lamentando… Além do que, com certeza, tem dificuldade para se relacionar com mulheres. Percebe-se pelos seus relatos. Porque não vai embora pro japão e não fica por la? Desculpa de não ter dinheiro não vale… Vai pra la e arranja um emprego de dekassegui, começa de baixo. Familia? Você volta visitar de vez em quando.

    • Q mudança repentina de assunto… Acha mesmo q eu vou largar minha vida de trabalhar online pra me matar 12horas por dia em fabrica… Eu gosto do Japão, e tenho medo do Brasil mas não me importo onde moro… logo eu tenho condições de viajar novamente nao apenas pelo Japao mas por diversos paises do mundo, algo que apenas um negocio online proporciona… Sobre mulheres, sou tímido apenas antes de conhecer… Simplesmente não achei a pessoa que eu gosto, e por motivos pessoais e religiosos, namoro e casamento pra mim é algo serio, não pode ser qualquer uma e de qualquer jeito, se não ja tava casado… Acho q agr q tenho condições e idade já estou a procura, mas ninguém que faça meu estilo por aqui…

    • Ta certo.

  22. cara, gostei da sua matéria, o que você disse é totalmente verdade, infelizmente as culturas ocidentais são bastante diferentes das orientais fazendo que aja muito egocentrismo entre diversas pessoas do ocidente.
    obs: o que você falo refletiu os brasileiros direitinho, kkkk, XD

  23. Particularmente, acho o nihongo mais bonito que o português e admiro bastante os que conseguem aprender, pois até hoje eu me mato com o Kanji,e também acho uma tremenda falta de respeito não só com os japoneses, mais com os asiáticos em si, não sou muito fã de chineses nem de coreanos por motivos passados(só que isso não é motivo para discrimina-los), mas nunca tive o que me queixar dos japoneses(sem contar que eles parecem ser bem mais pacientes e isso é incrível),meus pais e amigos até dizem que tenho um problema sério de nacionalidade, pois cresci com japoneses sem ter descendência alguma e isso é bem complicado, pois eu também virei alvo de preconceito, chega até a ser estranho rs …Tenho alguns vícios como me curvar, ficar mexendo a cabeça para mostrar que entendo algo e algumas vezes sai um “hai” ou “sumimasen” inconsciente e isso foi o suficiente para ser chamada de “japa”,”japinha”,”nipônica”, dentre outros…A questão é,alguns desses preconceitos não são apenas pela aparência ou genética,para algumas pessoas o seu jeito ou forma de se portar é o suficiente para sofrer com as brincadeiras desnecessárias

  24. Muito legal esse texto. É bom saber como muitas pessoas se sentem só por terem aparência de um povo específico. Na verdade vocês são brasileiros pois nasceram no Brasil. Logo devem ser tratados como brasileiros.

  25. Eu não acho o português feio em si… Na realidade ele é um idioma completo que usa todos os fonemas possível, isso é ótimo… Quando me referi a feio, quis dizer sobre a forma que o idioma é usado, deveria ter deixado isso claro no artigo. Eu nem observei que tinha colocado isso, acho que na época tava com raiva pq as pessoas falam q japones é feio kkkk

    • Eu não acho o idioma japonês feio, só acho difícil de escreve-lo, principalmente o assustador Kanji

  26. eu que nem sou japonês sofro com isso. não sei tenho descendência mas ouso muito algo como : “vc tem pinto pequeno?” HAHAHHA eu acho engraçado na maioria das vzs…

  27. Faça um post sobre a xenofobia contra orientais na década de 30, quando os jornais da época estampavam títulos como “perigo japonês”, “macacos amarelos”, “orientais não tem alma”… conversar em japonês em algumas áreas rurais (aonde muitos imigrantes se estabeleceram) era algo passível de punição por açoitamento em praça pública.
    Depois mostre como os orientais conseguiram se livrar do preconceito simplesmente seguindo a vida sem se vitimizar. Talvez seria um bom exemplo para os negros seguirem.

    PS: Sou japonês e as coisas que você postou só incomodam japoneses imaturos. Não alimente a imaturidade deles.

    • Vlw pela dica… Irei escrever em breve.

    • Muito infeliz o post do Fernando, muito pelo contrário, nós orientais deveríamos seguir o exemplo dos negros e criar ongs, movimento de conciencia oriental e orgulho oriental, foi por esses movimentos que os negros conquistaram respeito e espaço na mídia e nós orientais ainda estamos engatinhando nesse sentido, no que diz respeito ao combate ao racismo.

    • Luciano Pinheiro Goto Sem querer ser racista mas acho que os orientais estão muito acima dos negros, quando o assunto é combater o racismo…

    • Muito pelo contrário, mesmo conseguindo maior ascenção financeira e profissional que o negro, diariamente temos nossa nacionalidade brasileira negada por origem étnica, coisa que não fazem com os negros por exemplo, pois eles, conseguiram conquistar o direito de serem respeitados.

    • Apesar dos asiáticos ainda serem alvo de piadas racistas, pode-se dizer que são respeitados de fato enquanto os negros são basicamente tolerados por mera imposição do “politicamente-correto”.

    • Nós é que somos apenas tolerados, o negro conquistou espaço e respeito através de muita luta.

    • Nunca ouvi ninguém dizer que prefere um genro negro ao invés de um asiático, por exemplo. E se hoje não se esculacha publicamente os negros de uma forma tão aberta como se fazia a uns 20 anos atrás, é mais pela censura do “politicamente-correto” e por interesse em usar eles como massa de manobra facilmente influenciável.

    • Eu sempre ouvi falar que se prefere um genro negro que um oriental, não vão falar isso para nós orientais abertamente, mas isso é notório, basta ver como o oriental é desprezado e até mesmo negros presidiários são considerados melhores partidos.

    • Isso me causa alguma estranheza, afinal como eu sou branco (mestiço com uma quantidade razoável de sangue indígena) eu nunca vi outros brancos ficarem incomodados quando alguém da família se relaciona com orientais. Por mais que às vezes uma ou outra piada contada em reuniões familiares acabe realmente causando constrangimentos, isso já é outra história.

    • Vc está incomodado que estejamos em transição, de um povo pacato e submisso, para um povo guerreiro e competitivo.

    • Quem disse que a competitividade dos japoneses é coisa recente?

    • Sei muito bem que não é, mas orientais brasileiros, erroneamente considerados japoneses no Brasil, são por vezes invejados e não admirados por conta disso, e fazem de conta que temos apenas atributos pejorativos para nos inferiorizar, sei também, que assim como aconteceu e acontece com o negro, vcs não aceitarão isso pacatamente, partirão para agressões, conflitos étnicos e crimes de ódio contra orientais serão comuns nas próximas décadas, pois estamos deixando de ser pacatos e submissos.

    • Acho menos provável que ocorram conflitos étnicos com os orientais, pelo menos tomando por base pelos orientais que eu conheço. E olha que, além de nikkeis, eu acabo tendo algum contato com chineses e coreanos com relativa frequência.

    • Acontecerá pois não partirá dos orientais os conflitos, simplesmente andando nas ruas haverá agressões, espancamentos de orientais, tentativas de linchamento por parte de grupos quando verem orientais nas ruas em locais ermos, etc, a partir do momento que perceberem que não mais iremos tolerar determinadas coisas, haverá retaliação, é um caminho que infelizmente teremos de trilhar na luta contra o racismo.

    • Algo como o caso do chinês Vincent Chin? Aquele que foi assassinado por ex-funcionários da Chrysler que confundiram ele com um japonês? Acho pouco provável que situações semelhantes voltem a ocorrer simplesmente pela motivação racial.

    • Muito pelo contrário mesmo conseguindo ascenção financeira e profissional ainda somos alvo constante de racismo diariamente, estamos ainda no mesmo patamar do negro na década de 40 no que diz respeito ao combate ao racismo.

    • Mundo afora pode ser, no Brasil ainda nos encontramos em um estado de domesticação racial, em que se chega ao ponnto de se formos vistos na rua nem sequer nos consideram suspeitos de ter praticado um roubo, etc, e isso não é por nos considerarem honestos para não roubar ou cometer delitos, mas porque nos acham tão incapazes e ridículos que sequer seríamos capazes de roubar.

    • Até tem uma quantidade relativamente grande de ONGs e outros grupos focados nas populações de origem oriental, mas pelo visto eles tem mais o que fazer do que ficar mendigando reverências imerecidas sob qualquer pretexto racial e preferem conquistar o respeito e a admiração através do trabalho e da cultura.

    • Se conforme que com o tempo conquistaremos também a igualdade racial, mesmo que demore, se te incomoda, nada posso fazer. Ou vc é branco ou um negro egoísta que só pensa em si próprio, isso eu já percebi.

    • Esse lance de “igualdade racial” é uma ilusão, basta observar as medidas meramente paliativas que já foram implementadas e no fim das contas só acirram o ódio como as políticas de cotas raciais nas faculdades públicas. E eu continuo achando que vale mais a pena a comunidade nipo-brasileira continuar se fazendo respeitada através do trabalho e da cultura como vem fazendo desde a chegada dos primeiros imigrantes japoneses em 1908. Ficar mendigando um suposto “respeito” na base de chantagens como fazem alguns que se dizem representantes de um “movimento” negro não seria produtivo, e é por isso que eu considero mais digna a posição de algumas entidades mais voltadas às populações de origem oriental. E talvez até os estatutos de algumas dessas organizações, mais voltadas ao auxílio mútuo nas respectivas colônias, acabe inibindo uma articulação política semelhante à dos “africanistas”.

    • Vc está é incomodado com a ascenção social do oriental, quer nos manter no atual estado de domesticação racial em que nos encontramos.

    • Nunca me incomodou a tal “ascenção social” do oriental, nem quero manter uma suposta “domesticação racial” com relação a orientais. O que me causa surpresa é ver alguns orientais se rebaixarem em nome dessa histeria “politicamente-correta” atual.

    • Como ficou bem esclarecido, muito pelo contrário não estamos nos rebaixando, estamos nos igualando e não mais aceitando sermos rebaixados.

    • Igualdade não existe.

    • Sabemos que somos tratados como inferiores, a diferença é que as novas gerações de orientais não mais estão dispostas a aceitar isso pacatamente.

    • Nunca presenciei qualquer situação em que um oriental fosse tratado como inferior, e os que eu conheço não se veem como “inferiores”. Embora um tratamento hostil aos orientais tenha realmente ocorrido em outros momentos, como na época da II Guerra quando japoneses foram perseguidos e em alguns casos até forçados a se mudar para longe do litoral paulista, agora é difícil até achar um branco que aceite de bom grado situações em que um oriental seja inferiorizado.

    • Racismo contra orientais acontece diariamente em todos os espaços, desde redes sociais a qualquer outro espaço, o fato dos orientais ainda terem vergonha de admitir isso e a sociedade não reconhecer isso não prova que não existe:https://www.youtube.com/watch?v=vJ7a5eDHtP0&t=60s

    • Não precisa ser oriental, negro, indígena ou qualquer raça específica para tomar providências quanto ao crime de injúria qualificada.

    • Sei muito bem disso, só estou mostrando que agora os orientais estão mudando de postura, estamos deixando de ser aquele povo pacato e submisso que aceita esse tipo de coisa mudo e calado e ainda pede desculpa por ter sido cuspido na cara, e no caso foi injúria racial e não simplesmente injúria qualificada.

    • Injúria racial não deixa de ser uma injúria qualificada, assim como outras injúrias com base em condições como deficiência física, nacionalidade e por aí vai.

    • Não estamos nos rebaixando, estamos enfim nos impondo, deixando o estado de domesticação racial que lhe agrada.

    • Pois é, aqui no Brasil somos japoneses e no Japão, somos brasileiros. Precisamos achar nossa identidade. O autor desse post, tentou ser a favor dos orientais, mas não favoreceu a nada. Não ajudou, só transpareceu às piadas que ouvimos no dia a dia.

    • Senão falarmos sobre como acontece, que acontece e porque acontece não poderemos acabar com isso, tem que transparecer sim, não ajudar nada é adotar a postura da negação da realidade social , isso é covardia e omissão, foi a postura dos nisseis, por isso estamos na merda comparados com os negros.

    • Muito coerente, oportuno as explanações do Fernando Parabens.

    • Na verdade, já vi inúmeras notas de protestos de associações nikkeis inclusive contra piadas de mau gosto que saíram da boca de certas personalidades conhecidas.
      O caso mais recente que conheço é o do humorista Léo Lins do “Agora é Tarde” que teve até o visto para o Japão cancelado após fazer piadas sobre o terremoto de 2011.

    • É de se admirar o exemplo não apenas dos nipo-brasileiros, mas também dos sino-brasileiros e coreano-brasileiros, cujos ancestrais na maioria das vezes vinham numa condição bastante precária e em poucas gerações já contribuem e muito para a sociedade brasileira ao invés de ficar passando o chapéu e procurando um bode expiatório para tentar “justificar” um eventual fracasso. E realmente, durante a 2ª Guerra os japoneses já estabelecidos no Brasil comeram o pão que o diabo amassou com as nádegas mas nem por isso nós vemos eles ou os descendentes pleiteando qualquer regalia a título de “reparação”.

  28. Gostei da ideia, mostrar o preconceito no mundo é algo realmente importante. Mas também é importante ressaltar que nem sempre é preconceito… falar sobre o idioma ser difícil é algo fora desse pleito, já que cada um sabe da sua dificuldade. É preconceito dizer que aprender a tocar violino é difícil? E é preconceito dizer que o som é feio se simplesmente não agrada aos meus ouvidos? Pensando direito não acha que há uma forma de denegrir qualquer idioma que não seja o seu quando você imita um sotaque? E por que seria preconceito o uso de palavras aleatórias japonesas (se há uso de palavras aleatórias de muitos outros idiomas)?
    Outra coisa… quando se vai escrever um artigo, use o mínimo ou principalmente não use palavrões, isso empobrece o texto e desqualifica o argumento.
    Também não use de argumentos de cunho pessoal, normalmente eles não são válidos, ou só serão válidos se forem levados a fundo, como uma filosofia de vida.
    E jamais, nunca, nunca mesmo, defenda uma opinião usando um argumento que anule a sua opinião… você destroi a sua argumentação quando aborda um tema como preconceito e usa um argumento preconceituoso.
    Asiáticos são lindos, a linguagem, para mim é extravagante, a comida é diferenciada da nossa e eu não sei muita coisa sobre a cultura deles. Mas isso não faz de mim uma racista, faz de mim uma faminta por conhecer o estranho (uso da palavra para o que não é conhecido).
    E achar que japoneses e seus descendentes são pessoas inteligentes não sei se denota bem uma ideia preconceituosa, visto que é mais para uma generalização, mas sem dúvida pode ser visto como algo que eles não gostam… Afinal de contas, lá fora o Brasil é visto como o País do Futebol e o lugar do samba no pé… muitas vezes somos vistos como calorosos e carismáticos… pra muitos isso é elogio, mas tem sempre gente que não gosta, né?

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