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Preconceito? Situações que japoneses enfrentam no brasil e no mundo.

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Muitos questionam o fato de japoneses serem racistas xenofóbicos, porém não possuem argumentos. Só porque os japoneses são timidez e possuem dificuldades de socializar eles são tachados como preconceituosos? O preconceito e racismo está no mundo inteiro, e neste artigos vamos examinar o lado contrario. Vamos ver situações xenofóbicas que os japoneses enfrentam no Brasil e no mundo.

A ideia de que japoneses só gosta de orientais

Isso é algo absurdo, alguns acham que japoneses gostam apenas de ter amigos, parentes, e se relacionar com asiáticos. Uma ideia totalmente errada, que resulta em diversas situações constrangedoras. A culpa é da timidez, só porque os japoneses são tímido eles não estão excluindo os não orientais. Pelo contrario, japoneses gostam de conhecer pessoas, e expandir seu circulo de amizade, só não tem muita experiência nisso. O sonho de muitos orientais são casar com ocidentais, eles não se prendem ao oriente. Sem falar que os japoneses têm problemas para se relacionar com chineses e coreanos por motivos passados.

Obsessão pelo órgão genital masculino dos orientais ou ao corpo das japonesas

Infelizmente, alguns fazem piadas e críticas com respeito a isso. Considero uma grande ofensa, falta de respeito, falar do tamanho do órgão genital masculino, altura dos japoneses, e o pequeno corpo das japonesas. Não é uma competição de tamanho, isso só mostra o tanto de merda que as pessoas têm na cabeça, para falar sobre um assunto tão inútil,  com respeito ao corpo das japonesas, melhor observar antes essas toneladas de gordura presente no ocidente.

preconceito

Gritar palavras japonesas aleatórias ou que não existem

Se você considera dizer: takakara nomuro uma brincadeira, você está sendo insensível. Pessoas infelizmente zombam do idioma oriental, falam palavras aleatórias como arigatou como zombaria, chamam o idioma de esquisito, e feio, colocam uma dificuldade que não existe, uma tamanha ignorância, sem considerar que o português é extremamente mais difícil. (Eu pessoalmente estou cansado de estudar o idioma, e pessoas ignorantes chegar com brincadeiras e criticas.)

Sem respeito a Nacionalidade, são todos olhos puxados

Primeiramente os japoneses enxergam perfeitamente bem, e até melhor, visto que os olhos puxados servem de proteção a radiação ultravioleta refletida pela neve. Mandar o japonês abrir os olhos, ou categoriza os asiáticos, trocar nacionalidade por serem parecidos, são atitudes degradantes e pura inveja da beleza dos olhos puxados.

Vocês comem aquelas comidas esquisitas? só comem sushi?

Outro problema que os japoneses têm que enfrentar, é a critica na culinária, insetos e cachorros não fazem parte da culinária japonesa,  Sushi faz, mas não necessariamente a pessoa vive só de Sushi, no Japão e possível encontrar japoneses que odeiam peixe, e a variedade de escolhas de alimentos é imensa. Então antes de insultar as pessoas deve estudar um pouco. Infelizmente japoneses têm que responder perguntas como:

  • Você sabe comer de pauzinho né?
  • Na sua casa tem garfo?

Pastel de Flango com catupili

Essa é a famosa frase, e um dos maiores insultos tanto para os chineses como para os japoneses. Primeiramente isso é um insulto ao Idioma chines, depois mostra novamente como as pessoas acham que os japoneses e asiáticos são todos iguais, visto que o japonês nem se quer consegue falar perfeitamente a letra “L” ele falaria: Pasteru de Furango. Se não entende bem, veja o vídeo abaixo:

Suposições erradas

Por ser japonesas, as pessoas acham que ele tem que ser super inteligente, fazer equações matemáticas enormes, construir robôs, tem que ser higiênico, educado… acham que todos são iguais, e que não há diversidade cultural entre eles.

Junto com os diversos motivos citados acima, japoneses ainda tem que aguentar apelidos como japa, ou com palavras do portugues que parecem japonesas. Sem citar nas milhares de críticas sobre a cultura e costume japonês.

Essas brincadeiras nada mais são do que racismo disfarçado. Dificuldade de aceitar o descendente oriental como um cidadão brasileiro comum.

Isso mostra quem realmente sofre discriminação fora do país, esse artigo serve para refletir que antes de dizer que o Japão é um país racista, deve primeiro tirar o cisco do teu próprio olho.

Não estamos dizendo que ninguém é racista ou xenofóbico, simplesmente o artigo e pra mostrar o lado oposto. Comente e Compartilhem se possível, para que as pessoas possam refletir sobre essas atitudes.

Os japoneses sofreram muito mais racismo pesado no Brasil no século passado. Para saber mais recomendamos ler nosso artigo Japoneses sofrendo preconceito no Brasil.

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Escrito por Kevin

Obrigado por ler nosso artigo, agradeço aos comentários e compartilhamentos. Sou o administrador deste site e quero tornar esse o maior portal de cultura japonesa do Brasil. Agradeço a colaboração!

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  1. @Manoel Não tenho rancor, ódio ou racismo contra negros, mas citei alguns em meu comentário para as pessoas terem idéia de que não são apenas os brancos que agem com preconceito e racismo no nosso país.

  2. @Will (Fox) Lendo seu comentário, noto que citou pessoas negras sendo racistas com você e espero que você mesmo não tenha nenhum rancor ou ódio contra os negros por conta deste episódio.
    A dita “minoria negra” que lutam pelos direitos dos negros mostram suas falhas quando o assunto é educação e respeito as diferenças para com pessoas de diferentes etnias. Creio que o tal “bom senso” precisa ser exercitado em casa, o engraçado é que após os negros conquistarem “direitos”, sentem-se no “direito” de debochar de pessoas de outras etnias, fazendo-as passar na pele o que eles mesmo passam.
    Eu admiro os orientais por serem pessoas educadas e muito dedicadas. Quem liga para aparência ou modo de agir de uma pessoa, geralmente são gentinha com baixa auto estima e sentem a necessidade de falar mal de alguém, de preferência as pessoas mais tímidas e/ou reservadas são as maiores vítimas. A sensação da impunidade leva as pessoas à ignorância.
    Quanto ao Senac, esta escola já foi boa, hoje acumula reclamações e processos por casos como o seu, mas dependendo da região ela continua tendo qualidade.

  3. @Cesar Já registrei o boletim de ocorrência e irei dar prosseguimento no processo, foi por conta do comentário burro de uma docente do Senac que fiz a queixa e também do aluno negro que falou aquela tolice dando início a toda aquela confusão. Terça fui receber o reembolso de outro curso que havia me matriculado no Senac, até que fui bem atendido e, ao sair para pegar o ônibus uma aluna negra do curso de auxiliar de escritório que era outra que costumava falar merdas porque é outra que sem razão alguma não ia com minha cara e pegava o mesmo ônibus para ir ao Senac, ficou fazendo piadinhas racistas. No curso que de auxiliar administrativo, uma aluna também negra que trabalha de manicure e sua amiga cabeleireira e outros 3 rapazes que sentavam no meio da sala viviam cochichando sobre minha aparência física e sexualidade sendo que não sou homossexual. O mais revoltante é que já ofereci carona a 2 destes três rapazes imbecis e os filhos da puta falaram merda e esnobaram totalmente, ou seja, tentei amizade com todos naquele curso de merda e ninguém se interessou por serem pessoas preconceituosas e racistas. Até um nordestino da turma que eu costumava dar carona toda sexta, falou merdas com uma garota da sala falando que eu tenho olhos de peixe morto, etc sendo que até já paguei o lanche destes dois lixos, pois é consideração zero destes vermes.
    Todos que fazem mal a alguém por conta de preconceito e racismo, acabam recebendo o troco cedo ou tarde. E são este tipo de condutas negativas que imperam em nossa sociedade. As pessoas são oportunistas, mesquinhas e sem caráter, precisam e sentem a necessidade de pisar em cima das pessoas para terem sucesso ou se destacar num grupo. Se uma escola é capaz de permitir que os docentes sejam racistas e preconceituosos então não me admira ver alunos tendo a mesma conduta. Tenho minhas dúvidas se nas empresas que fazem parceria com o Senac de Presidente Prudente, permitem o preconceito e o racismo entre seus colaboradores e alunos. As pessoas não tem ética e respeito, depois desta experiência que tive ao tentar amizade com alunos da minha turma, cheguei a conclusão que não devo confiar em mais ninguém e quem quiser a confiança terá de conquistá-la. Quanto ao Senac de Presidente Prudente, este que é tido como uma referência em ensino técnico de qualidade e excelência para a especialização de profissionais de diversos ramos de atuação, ser destratado totalmente e humilhado por comentário infeliz de um docente que causou deboches e risadas da turma contra a minha pessoa, esperava tratamento melhor como aluno e isto tudo só dá motivos para alertar outras pessoas que tem interesse em estudar no Senac de que esta escola não tem ética e seus funcionários não respeitam seus alunos da forma que falam.

  4. @Ricardo Kato faço minhas as suas palavras. Presidente Prudente é um lixo no interior de SP

  5. @Will (Fox) Como foi dentro da instituição de ensino, você deve processar a escola pois é ela a responsável por seu corpo docente e para este fim é preciso recorrer a um(a) advogado(a) para abertura de processo. Caso opte em fazer um boletim de ocorrência, neste caso você terá que acusar o autor do comentário racista por tê-lo constrangido perante seus colegas de sala. Enfim é causa ganha não só por conta das testemunhas e querendo ou não elas serão obrigadas por lei à prestar seu testemunho, mas pelo peso das palavras utilizadas que feriram o seu orgulho, a sua pessoa, se não for por racismo que esta pessoa ou escola serão acusados, será por danos morais. Para ambos os casos este processo pode levar meses para se resolver pois o lado acusado também precisará de tempo para levantar sua defesa.

  6. Sofro racismo, preconceito e discriminação diariamente como qualquer outra pessoa. Porém o que não entendo é o por que de um oriental nascido no Brasil não ser visto como brasileiro e sim como “japonês”, “chinês”, “coreano”. Hoje por exemplo no Senac, ouvi alunos falando que “japoneses são feios” e colegas de sala falando que sou “japonês do paraguai” por não saber fazer origami ou falar a língua japonesa, como se eu fosse obrigado a nascer carregando todos os traços culturais e étnicos dos japoneses nas costas sendo que nasci no Brasil e carrego toda a cultura brasileira com orgulho.
    Há muito comentário desnecessário proferidas por pessoas de diversas classes sociais e isto tem haver com a conscientização da sociedade que o Brasil é um país miscigenado em todos os Estados e que o respeito à estas diferenças físicas e étnicas deve prevalecer, sendo que na prática isto não acontece.
    Realmente há uma onda de racismo, preconceito e discriminação contra os orientais, eu mesmo presencio cenas do tipo: pessoas não sentando ao meu lado, seja em escolas e centros profissionalizantes, quanto no trabalho; pessoas mudando para outra calçada e provocações agressivas vindas de adolescentes ou adultos.
    Só estimo que os brasileiros descendentes de orientais tenham o mesmo respeito que os brancos e negros merecem, os amarelos podem ser minoria no país, porém assim como todos os demais descendentes que lutam para levar uma vida digna e contribuíram para o crescimento do Brasil, nós orientais merecemos o mesmo reconhecimento e respeito.
    Infelizmente quando nós vamos para outro país, somos chamados de “brasileiros”, mas aqui no Brasil somos chamados de “orientais, japoneses, chineses, coreanos,etc” graças a ignorância da sociedade e da mídia brasileira.

  7. Racismo, preconceito, discriminação,sempre existiram em todas as partes do mundo desde o primordio da raça humana.
    Brasileiros contra japoneses e seus descendentes e japoneses e seus descendentes contra brasileiros, cada um depreciando o outro.
    Lembro do pessoal da colônia referindo aos brasileiros chamando de “gaijin” “ketô” “kurochan”, etc…
    No Japão em 2005, ouvi de uma chinesa nascida no Japão, dona de uma banca de jornais e revistas na estação de trem no bairro Ōmori na cidade de Tokyo, de quanto a comunidade chinesa sofre preconceito por serem chineses, quando disse que sou brasileiro descendente de japoneses ela me ajudou alias me ajudou muito em várias coisas no dia dia e todos os dias que passava por lá eu cumprimentava ela .
    Tem alguns Okinawanos no Brasil que não gosta dos japoneses de outras províncias, conheço um nissei que teve que interromper o namoro porque o avô da noiva nao suportava ele por ser descendente de japoneses e não descendente de okinawano, ele depois casou com uma piauiense.
    Com isto estou afirmando que não existe racismo ou preconceito ou discriminação de uma via só ou mão única são sempre de duas vias ou mão dupla .
    Vai na padaria tomar cafezinho, tem aquele café carioca que nada mais é do que acrescentar água no cafezinho, ou lavar o carro só com pano molhado e chamado de carioca também, todos os nordestinos em S.P. sao chamados de baianos, paranaense é barriga verde, mineiro é baiano cansado.
    Fui a Portugal na cidade de Lisboa , também existe racismo contra brasileiros, chineses, etc…
    Na Espanha também , um motorista de táxi um senhor já de idade odiava qualquer palavra em português.
    E na Inglaterra, tive que explicar ao funcionario da imigração porque eu tinha passaporte brasileiro e não japonês .
    Mas nesse mundo tudo isso faz parte .
    Outro problema atual, agenda globalista o do politicamente correto, que na verdade nada mais é do que cercear a liberdade de ideias de opiniões através do discurso de ódio, “nós contra eles”
    Enfim , se querem um mundo melhor pare com discurso de ódio, como alguns comentários que li .
    Querem combater o problema de preconceito racial com outro discurso racista.
    Não se pode subir degrau por degrau de uma escada fazendo discurso de ódio a pretexto de conquistar direitos iguais por mais legitimas que seja !!!
    Pior seria se o objetivo do discurso seja o de receber apoio financeiro através da fundação Ford, Rockefeller, George Soros,ONU , etc…porque eles estão a procura de jovens para juntos somar forças no sentido de destruir o mundo livre e cristã. Assim como as diversas Ongs, tais como feministas que querem legalizar aborto , negros que são racistas tanto quanto os supremacistas brancos aliás no Brasil já tem movimentos negros que odeiam casamentos interraciaias, islamicos que odeiam judeus e cristãos, os movimentos gaysistas que querem o fim dos heteros, os esquerdistas que querem destruir o capitalismo.
    Como escreveu Antônio Gramsci durante a sua prisão , infiltrar nas mais diversas áreas da sociedade e criar discursos de ódios contra todos e contra tudo apoiando movimentos que farão a implosão dessa sociedade sem precisar de armas de fogos e nem de espadas, e assim implantar o regime que eles tanto almeja !!!
    Digo apenas “Cuidado com discurso de ódio !”

  8. Cara Bruna, você escolheu o post errado para cuspir os seus argumentos feministas. Você não é oriental, não sabe o que nós passamos no dia a dia, sendo alvo de preconceito e racismo. Suas falácias não tem fundamento algum, pois você falar da China sendo que aqui no Brasil a população sofre abusos ainda maiores para levar uma vida digna e não me refiro às pessoas da classe média alta, me refiro aos pobre da classe média baixa que são forçados a encarar jornadas de trabalho terríveis para ganhar algumas migalhas para sobreviver, a crise do governo ptista que destruiu todo o país e sua economia tirando o ganha pão de milhões de famílias. Agora vir aqui numa postagem para conscientização da população brasileira quanto à discriminação e racismo praticada contra orientais, para falar de assuntos feministas, só pode ser louca varrida, procure o post adequado para você colocar o seu exemplo sobre o assédio que as mulheres sofrem e não use isto de forma acéfala para comparar com o preconceito e racismo sofrido pelos orientais no Brasil. Ridículo seu comentário e totalmente desnecessário.

  9. Fico surpreso de ao ler comentários esdrúxulos de algumas pessoas preconceituosas que ainda tem a ousadia de vir justificar as piadinhas, ofensas, etc contra os orientais. Quando a pessoa é ignorante é fácil julgar o livro pela capa mas é difícil ela se por no lugar da pessoa que ela julgou, pois vale aquela lei dos medíocres “foda-se”. A boca é uma das maiores razões para o excesso de violência no Brasil, e as pessoas parecem não se importar com o teor de seus comentários, simplesmente destilam o seu veneno justificando a facilidade da internet e das redes sociais na divulgação de conteúdo “humorístico com teor racista”. A sociedade brasileira não aprendeu até 2018 a respeitar as diferenças étnicas, físicas, e socioculturais de cada indivíduo. Defende-se a cultura da “zoação” como uma coisa comum entre os brasileiros e os orientais que são a minoria tem o “DEVER” de aceitarem quietos tais dizeres. Mas não somos obrigados, ninguém é. O que falta no Brasil e em todo o planeta é a educação, o respeito as diferenças étnicas, físicas e culturais de cada pessoa. Um dos temas de maior discussão nos últimos anos é o direito lgbt, do qual os gays defendem o direito de utilizar os vagões exclusivos só para mulheres, assim como o uso do banheiro feminino sendo que não são mulheres de fato, e até no esporte estão querendo tomar o lugar de muitas atletas femininas. Um detalhe que a Bruna e outras pessoas que foram infelizes em suas alegações, é que o teor discriminatório e racista é mais forte com os orientais do sexo masculino, pois as mulheres são mais aceitas porem recebem o mesmo tipo de tratamento com relação as piadas e comentários de cunho racista. E na realidade é legal ler as opiniões de pessoas de outras descendências pois grande maioria aprecia a cultura oriental e gostam dos orientais, e são a minoria que nos detestam. E são esta minoria que disseminam tanto ódio e fazem piadas como “pastel de flango” se tornarem normais pois nós orientais ouvimos calados ou rimos sem graça, então a sociedade pensa que é normal e esta tudo bem zoar dos orientais. É muito comum os orientais ouvirem comentários que somos gays ou que não sabemos cortejar as mulheres, palavras infames e totalmente erradas, só pela fisionomia do homem oriental ser diferente do homem ocidental, não quer dizer que sejamos gays, ou por sermos orientais não termos a capacidade de realizar uma mulher e isto não tem nem haver com o “tamanho do equipamento” que é o que grande parte dos ignorantes falam, inclusive mulheres que acabam por rejeitar quaisquer aproximação de um oriental mesmo para amizade. É muito facil alegar que os orientais são reservados e frios por natureza, sem levar em consideração o grau de destruição que o assédio moral de uma sociedade pode afetar uma pessoa. E Bruna conheço muito bem a história do regime de escravidão dos cidadão chineses nas multinacionais na China, sei como a Nike, Sony entre outras empresas exploram a mão de obra barata neste país, porém mesmo com esta exploração do trabalho humano, que é um mal comum em países de regime comunista, muitas empresas tem visto a China com bons olhos assim como este país medíocre viu potencial de crescimento e abriu as portas ao mundo. E hoje é uma das grandes potências sim ao lado da Coréia do Sul, Japão, Estados Unidos, União Européia, etc No mais não me baseio nos estudos e/ou dizeres de outras pessoas para formular o meu comentário, digo o que vivo e tenho que suportar no dia-a-dia, se pra algumas pessoas da minoria ignorante a cultura da zoação é normal pra mim é bem anormal e um dos maiores motivos para a violência exacerbada que temos no Brasil. E apesar de toda esta ignorância da minoria ignorante que com ajuda da mídia espalham este racismo e discriminação contra os orientais no país, ainda há uma grande maioria que amam e apreciam os orientais assim como nós orientais brasileiros amamos os brasileiros de outras descendências, pois somos um país miscigenado e poderiamos ser exemplo ao mundo se o respeito as diferenças fosse prioridade.

  10. Nota-se que a autora do último comentário não é oriental e esta totalmente por fora das “gírias preconceituosas” contra os orientais. O rótulo da mulher brasileira como “fácil e garota de programa” é culpa de nossa cultura que faz a mulher parecer um objeto sexual e esta imagem é vendida ao mundo para atrair turistas de todos os cantos e sei o quanto as mulheres detestam este “rótulo”. Assim como nós orientais detestamos piadas de mau gosto com conotação preconceituosa e racista como “pastel de flango” o que é normal para você é anormal para nós pois somos as pessoas que recebem as palavras. Esta “cultura da zoação” que você mencionou e defendeu é apenas uma amostra do quanto as pessoas são ignorantes para falar mal uma das outras “sem mais nem menos”. Além do mais, fui eu a pessoa que citou a China como uma das potências ao lado da Coréia do Sul, que outrora era uma sub potência ao lado do Brasil, e sim minha cara, conheço perfeitamente a cultura do trabalho escravo na China, mas formalizei o meu comentário citando os aspectos positivos que o país mostrou ao mundo. Multinacionais de cada canto do mundo estão investindo na China e contribuindo para que este país cresça. Sim a China ainda é um país pobre e medíocre devido ao rígido sistema comunista, mas é um país que tem aberto as portas ao mundo para atrair mais investidores. No Brasil esta sua “cultura da zoação” é um dos males de nossa sociedade que causam tantos atritos entre a população, e sobre os orientais serem minoria, ora querida, isto não vem ao fato de que nós sejamos obrigados a aceitar os rótulos que as pessoas nos impõem. Eu não preciso me basear em comentários ou em estudos de outras pessoas para formar a minha opinião, então seus argumentos não passaram de baboseiras, procure “estudar” mais para entender o que os orientais brasileiros passam no dia-a-dia ao invés de justificar tais atos.

  11. Olha… fui atraída pelo tema. Li os primeiros comentários, até gostaria de ler todos, mas são muitos, então já pulei para o final para dizer o que penso. Quando li este último comentário da Luana Dementia, que, aliás, parabéns Luana. Fiquei sem o que dizer após ler o seu comentário. Faço das duas palavras às minhas. Você me representou. Então o que posso dizer para diferenciar ou complementar a Luana? Nada mais modesto do que isso: Acho de extrema importante lembrar que o brasileiro, com ajuda da internet e liberdade total, tem criado um estilo de comédia próprio. A famosa ‘zoeira’ e os ‘memes’ da vida fazem parte do comportamento do brasileiro, seja na alegria, seja na tristeza, seja na saúde, seja na doença, seja na graça, seja na desgraça. É o pão nosso de cada dia do brasileiro que tem nos alimentado diariamente. E se compararmos com os orientais, essa atitude é totalmente condenado por eles, com exceção dos coreanos e alguns outros orientais. Você pode não acreditar, mas os memes se tornou uma das maiores exportações que o Brasil tem feito, e vários adeptos têm alcançado mundo à fora. Tanto zoam os brasileiros quando podemos zoá-los. Esse liberdade, ou é limitada para o bem de todos ou é necessário entrar em consenso. Zoamos inclusive nossos patriotas, nossos ascendentes (os portugueses). Não é o papa que abriremos exceção. Estou dizendo que concordo com isso? Não, estou dizendo como funciona. O brasileiro usa isso não muitas vezes como uma arma maliciosa, mas um passatempo. Não excluir nada nem ninguém da zoeira (essa é a vibe do momento, apoiados por uns, condenados por outros, sem falar dos imparciais que segue em silêncio). Eu não entendo que ‘pastel de flango’ seja um ‘puta preconceito’ quando eu sou lembrada no exterior de que mulher brasileira é ‘fácil, gostosa e garota de programa’. Isso sim é um ‘puta preconceito’ e de uma ofensa quase irreparável. É a minoria falando pela maioria? É a exceção falando pela regra? Para dar por encerrado meu comentário, já que eu me dobro aos comentários da Luna, quero dizer aqui para uma pessoa que citou que a China deixou de ser um país subdesenvolvido para hoje declarar-se um país que ultrapassa a economia dos EUA. Cuidado com as fontes que ‘você’ do comentário, tem visto por aí. Talvez porque minha visão é mais de direita, obtenho informações contraditórias, desumanas e ilegais. Muito do que a China fez e vem fazendo não é exemplo a ser seguido por nenhum país. O trabalho escravo é tão óbvio na China que, se você não parar para analisar isso, vai continuar elogiando o império Chinês sem saber se ele foi merecido ou não. Claro, isso vale para qualquer nação, estou apenas dando o exemplo da China que foi citado, já que estamos falando de cultura oriental. Não espero grandes exemplos de países com regime comunista.

  12. Presidente Prudente é um lixo de cidade, o povo é mau educado, os pais não educam seus filhos e mesmo frequentando escola custam a respeitar diferenças étnicas e físicas de cada pessoa, se for japonês e passar na entrada/saída de uma escola pública, esteja preparado para ouvir desaforos racistas por parte dos estudantes, tema este que nenhum site aborda e que sempre provocam brigas, espancamentos e até a prisão destes adolescentes. Também sou oriental e já ouvi muito desaforo de alunos de escolas sejam públicas/privadas por conta dos meus aspectos físicos e culturais e é terrível imaginar estes mesmos jovens daqui alguns anos educando seus filhos e netos a agirem da mesma forma e este racismo provoca também a discriminação/preconceito futuramente no dia a dia do trabalho onde as pessoas tem a tendência de isolar os orientais e não tratar-nos como iguais. Se puder Carlos, mude para uma cidade onde as pessoas tem mente aberta e são mais educadas, Maringá-Pr é um bom exemplo. Já morei em Presidente Prudente/SP e esta cidade é uma merda total, como disse, o povo é sem educação, os jovens são iguais aqueles sob a tutela da fundação Casa, a intolerância contra as diferenças físicas e culturais são explícitas nas atitudes das pessoas, ou seja, é uma cidade medíocre do interior de SP. Já processei uma escola pública municipal após ter sofrido racismo nas ruas por parte de seus alunos, registrei boletim de ocorrência e iniciei o processo, não fui indenizado após ganhar a causa mas não era nem por conta do dinheiro que havia movido a ação e sim para que a instituição fizesse valer o respeito entre as pessoas dentro e fora da escola. Resolveu? Não, pois não basta a escola orientar seus alunos se a família não faz o seu papel na educação de seus filhos(as). Para os orientais em geral serem respeitados, uma série de reivindicações precisaram ser realizadas, pois assim como os negros hoje são respeitados, nós orientais também queremos o mesmo direito, não importa se nossos descendentes chegaram durante o fim da 1ª Guerra Mundial, nós também temos nossa parcela de participação na história do Brasil e merecemos o mesmo respeito que os demais cidadãos. Hoje vejo não só orientais sofrendo discriminação e racismo nas ruas, mas também imigrantes e refugiados de outros países.

  13. Olha só como algumas pessoas mau caráter são. A campanha de vacinação contra a febre amarela começou em todo o Estado de São Paulo. No posto de saúde de Presidente Prudente ao aguardar na fila de espera, uma família chegou e ficou logo atrás na fila e ouvi comentários racistas do tipo “febre amarela” sinalizando para mim e rindo, não bastando a total falta de educação, ousaram passar à minha frente para solicitar informação, absurdo. Não reclamei, não por ser “bobo” como os racistas taxam os orientais, mas por ter educação e saber que não vale a pena discutir com gente daquele tipo.

  14. Parabêns pela postagem Kevin. Eu sou descendentes de japoneses e sofro o mesmo tipo de discriminação que os negros sofrem no Brasil, ou seja, é gente mudando de calçada ao me ver, é gente encerrando o papo e se mandando quando passo, é gente correndo pra dentro do carro ou moto e saindo, e até já ouvi desaforo gratuito de policiais por eu ser oriental, isto quando não acham graça do aspecto físico dos orientais, enfim não sou marginal, não sou de briga, sou bem educado e é assim que sou tratado nas ruas, com hostilidade e assim como o Marlon Takamura, também sou natural de Presidente Prudente/SP e por aqui o preconceito é muito forte contra os orientais.

  15. Concordo com as opiniões da Emy, Luciano e parcialmente com o Fernando.
    Na realidade Fernando, os negros também seguiram a própria vida porém sofriam assédio moral constante e por isto precisaram partir para luta e com isto estão conquistando o respeito, embora aquela política de cotas seja uma afronta à estas conquistas. E a iniciativa dos descendentes de orientais de lutarem contra a discriminação racial é importante para conscientizar as pessoas que não somos meros imigrantes ou um perigo constante como nossos antepassados eram taxados na época da imigração. Somos cidadãos brasileiros como qualquer outra pessoa que nasce e leva sua vida neste país.
    O que não devemos fazer é sermos hipócritas e ignorarmos tudo que acontece contra os orientais, se acha que não existe as ondas de violência contra orientais, engana-se pois o já existem facções criminosas especializadas em assaltar somente orientais e estes marginais não apenas saqueiam os lares de orientais no país, como também os matam com requintes de crueldade, quando não matam espancam até deixar as vítimas a beira da morte.
    E também é outra realidade que o Luciano disse, os orientais serem menosprezados em relacionamentos com mulheres de família ocidental.
    E a Emy tem toda razão, só nos tornamos brasileiros no exterior, pois no Brasil somos rotulados como imigrantes.
    Após tudo isto se você ainda considera normal este preconceito, então você é o legítimo bobo que aceita tudo que lhe falam sem fazer nada para mudar esta situação. Os negros no passado foram alvos de represália por lutarem contra o racismo no Brasil e lutaram para garantir um futuro melhor para seus descendentes, do outro lado temos hoje nós orientais iniciando tardiamente esta luta contra o racismo no Brasil pois queremos que nossos descendentes possam viver com dignidade neste país. E o nosso país não vai pra frente ao contrário da Coreia do Sul e China que de países subdesenvolvidos, se tornaram nações de 1° mundo, graças ao investimento que estes países deram para educação, segurança, saúde, investiram para atrair empresas multinacionais que ofertam emprego abundante a população que outrora era pobre. O Brasil não vai pra frente pois a população é pacata e submissa à corrupção do governo e ao domínio do crime organizado, do contrário seriamos há muito tempo uma nação de 1° mundo na América Latina. Então se pra vocês Fernando e Daniel, lutar por respeito é tolice, então sejam os bobos como muitos outros que não lutam por seus direitos e nem pelo futuro de seus filhos.

  16. Querer respeito e educação no Brasil é o mesmo que sonhar com o fim da corrupção na política, isto não existe pois estamos em um país medíocre e infelizmente isto nunca irá mudar. Mas se os negros e pardos estão conseguindo ter o merecido respeito após mais de um século de lutas contra o racismo e a discriminação que ainda os assolam mesmo com as penas mais brandas que os protegem. Com os orientais isto anda à passos lentos, já vejo e até presenciei casos de crimes bárbaros contra orientais, a tendência é o nível de violência praticado contra os orientais serem ainda mais brutais. A mídia, mais precisamente a rede esgoto de televisão sempre mente falácias que no Brasil a Xenofobia não existe, mentira, ela esta em todo lugar. Se vc não for descendente de espanhóis, portugueses ou italianos, irá sofrer algum tipo de preconceito. Os orientais nunca foram vistos como legítimos brasileiros mesmo que nascidos no país, no mercado de trabalho sempre que busquei uma colocação nestes balcões de emprego do governo, sempre ouvi coisas do tipo “vai trabalhar no japão”, parece não termos o direito de disputar as vagas de emprego seja nas hierarquias mais altas nem nas hierarquias mais baixas. Ao menos aqui em Presidente Prudente/SP esta é uma realidade que enfrento há 2 anos e mesmo com especializações, cursos técnicos e faculdade a situação não favorece. Orientais são vistos como “imigrantes” e não como “brasileiros”, e se temos o costume brasileiro já nos apelidam de “japonês do paraguai(falsificado)”, quando não é pastel de flango, china e por ai vai mas vá chamar um negro de criolo ou um branco de leite qualhado pra ver se vc não para na cadeia por crime de racismo. Pois tudo que ofende e degrine a imagem dos orientais é permitido no Brasil.

  17. ISSO E VDD SOU BRASILEIRO ESTOU SE PREPARANDO PRA IR PRO JAPAO E AGORA O POVO DA MINHA ESCOLA VIVE ME ZOANDO POR CAUSA DISSOJA RECEBI ATE APELIDO DE JAPONES.MAS ESSE MUNDO ESTA PERDIDO ZOAR OUTRAS RELIGIAO ZOAR ESTRANGEIRO ISSO ME DA VERGONHA DESSE MUNDO.

  18. Gostei bastante desse artigo, realmente os brasileiros descendentes de japonêses em 80% das vezes são taxados como japoneses, oque é algo extremamente equivocado. Eu por exemplo sou descendente de japonês, índio, alemão e de brasileiro, mas mesmo assim eu sou taxado como japonês aff, isso me dá muita raiva, me sinto como se eu fosse um estrangeiro, oque é algo extremamente desconfortável, ainda mais que eu sofro de fobia social. E na escola tem uns professores que me chamam pelo apelido “Yuji” que é o meu sobrenome, o meu nome completo é Gabriel Yuji Fangui, meu pai teve a “brilhante” ideia de não colocar um sobrenome brasileiro no meu nome que no caso seria Venâncio, daí ficaria Gabriel Venâncio Yuji Fangui, pelo menos ficaria menos constrangedor. Não que eu nao queria ser descendente de japonês, eu só queria ser reconhecido como um brasileiro qualquer e não como um estrangeiro. Eu sei que muitas pessoas chamam de japa só de zoera, mas um grande parcela das pessoas chamam de japa ou qualquer apelido que refira a um japonês, porque realmente acreditam que a pessoa é japonês, oque não grande maioria das vezes não é.

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