Inteligência Artificial – Tudo sobre IA, no Japão e no Mundo

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Olá pessoal, tudo bem? Este artigo irá tratar de um assunto muito discutido no ramo de tecnologia, a Inteligência Artificial. Abreviada como IA, ela é a utopia para grande parte dos estudiosos no ramos de tecnologia, eletrônica, engenharia, ciência da computação e várias outras áreas relacionadas à robótica e computação. Isso pelo fato que é um desafio gigante mas que sempre apresenta avanços, ao contrário de outras pesquisas que geram resultados irrelevantes ou nem apresentam resultados.

A natureza do cientista é igual a de qualquer curioso. E como tal, se anima quando descobre que existe algum segredo, e aumenta quanto mais progresso faz na sua investigação. IA no mundo atual não é realidade. Existem robôs inteligentes que são previamente programados para executar funções, mas como vamos ver neste artigo, IA quer dizer outra coisa.

O artigo é bem completo, e no final, recomendamos também alguns cursos e livros para você se aprofundar mais no assunto caso deseja.

Sumário do Artigo

IA ou AI – Software

Inteligência Artificial (IA) ou Artificial Inteligente, são termos usados se remeter a “maquinas inteligentes”. Para não deixar esta definição vaga, poderemos explicar, no entanto não irão ter muitas outras formas simples de se descrever a IA. Mais especificamente IA significa, máquinas que possuem Inteligência para responder aos estímulos do ambiente no qual ela se encontra, de uma maneira que aumenta ao máximo sua chance de sucesso em qualquer ação que ela tomar.

A parte mecânica da máquina de robótica não é obrigatório para ser chamada de IA. Pois o que é importante é o software que comanda a máquina, esta parte é a inteligência por ela mesma. Software é um programa de computador, isso em termos básicos e leigos. No entanto esse é apenas um termo vago, um software é um conjunto de “chaves” e “fechaduras” na forma de conjuntos de algoritmos que se comunicam entre si, fazendo e refazendo milhares de cálculos por segundo, sendo que cada fechadura responde de acordo com a chave que lhe aciona.

É complicado e contraproducente explicar totalmente coisas como essas, no entanto está explicação será de grande ajuda mais a frente, já que é o termo que define totalmente a coisa chamada “Inteligência Artificial”.

O significado de Inteligência

Se formos pesquisar o significado de inteligência, iremos achar alguma coisa parecida com “capacidade de aprender ou capacidade de resolver problemas e de se adaptar às situações”. Refletindo sobre isso pode se perceber que este é um termo vago e não tem absoluta aplicação.

Inteligência não tem um nível global e interpessoal, cada um pode aprender coisas de diferentes formas, e podem resolver problemas de formas diferentes. Não existe uma opinião absoluta sobre qual atitude é inteligente, há apenas um censo geral, ou seja, a opinião da maioria sobre alguma situação.

Há também o fato de que Inteligência é relativa de pessoa para pessoa de acordo com a experiência acumulada por cada um. E o censo comum tem grande peso na aprendizagem é acumulação das experiências e com isso, na inteligência. Para explicarmos melhor iremos colocar um exemplo a seguir.

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Exemplo de inteligência no censo geral

Há um assalto em andamento, o local é uma cafeteira pequena e com um número relativamente grande de clientes. Não iremos citar uma data, iremos apenas imaginar que há um robô humanoide com inteligência artificial, este robô é programado para reagir a situações como essas da forma que tem a chance de ser a melhor forma possível, também tem é equipado com uma arma letal e arma de choque, além de cassetete. Ele também já tem experiência com estas situações e em todas ele teve a solução sem prejudicar nenhum ser humano.

No entanto nesta ocasião, o assaltante toma para si uma mulher como refém, e se protege da mira do robô. Está ocasião também está programada e treinada pelo software de IA do robô mas nunca foi utilizado pois não se fez necessário. As armas do robô tem as seguintes especificações.

A arma letal tem grande poder de perfuração, a arma tranquilizante A solução seria usar a arma de choque tem pouca capacidade, apenas o bastante para apagar um ser humano. O software do robô, com a inteligência contida nele, foi capaz de aprender que assaltantes tem alta possibilidade de se tornar assassinos, e proteger a população também significa evitar o crime e não só reagir depois de acontecer. E por esse conhecimento deixar o assaltante escapar seria impensável para o robô.

Nesta situação o robô não poderia usar a arma de choque pois em todas as situações daria a escapatória para o assaltante. Então ele decide com base nas leituras feitas das estatísticas, que sacrificar o refém seria a atitude mais “Inteligente” a se tomar.

Como esse é o censo geral, a maioria creio que vão apoiar esta ação, no entanto a outra parte não irá concordar e chamariam essa atitude de “bárbara” e dariam outras ações. Essas outras opiniões não estariam indiretamente chamando a ação do robô de “burrice”? Tire suas próprias conclusões.



Inteligência Artificial como ramo acadêmico

Para não variar demais a definição, iremos selecionar alguns parágrafos contendo um outro significado do termo IA. Creio que o significado deste não irá afetar o anterior, já que se relaciona com outros fatos, mas também irá variar desde que IA é um conceito extremamente vago, como podemos confirmar nos tópicos anteriores.

Mas antes disso, temos que deixar claro o fato de que IA se refere e é contida nas ciências da computação principalmente. Robótica ou outros campos são envolvidos apenas secundariamente. Pelo fato de ser tema de pesquisa acadêmico, ela tem um ramo acadêmico especialmente para ela.

E este ramo se define como o ramo da ciência da computação em geral dedicada nas pesquisas e criações de meios e artifícios computacionais, que sejam capazes de possuir e até multiplicar a capacidade racional dos humanos, ou seja, capaz de ter “inteligência”. Com ênfase na parte de ser capaz de multiplicar a inteligência humana.

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Inteligência Artificial e suas variantes

Se formos pesquisar sobre IA, iremos ver vários tipos delas. Bem, eles vão ser capazes de reagir e realizar a situações, no entanto as mesmas são apenas software programados previamente. E suas reações são baseadas naquilo que está de no software, ou seja, cada estímulo do ambiente é a chave que irá abrir uma fechadura, que é a reação do robô.

Sim, estas ações irão ser consideradas inteligentes, mas não basta apenas reações programadas. Inteligência também é a capacidade de aprender, ou seja, apesar de fazer ações inteligentes estes robôs não iriam ser qualificados como um modelo de inteligência artificial.

Este é um tipo de inteligência, mas não chega nem perto do que é esperado pelos cientistas. A utopia para eles seria um tipo de inteligência que seja capaz de aprender continuamente, sempre de acordo com a taxa de sucesso levadas em consideração.



Inteligência Artificial utópica

Se formos comparar estes dois tipos, iríamos ter o seguinte, o primeiro na sua área de especialização programada iria tomar as ações certas, no entanto não iria funcionar se fosse colocada em outro tipo de situação, como por exemplo um robô policial, ele iria saber lidar com crimes mas não iria saber fazer tarefas domésticas.

O segundo tipo seria o modelo perfeito para todos os tipos de situações, pois a capacidade de aprender e reagir aos estímulos seria suficiente para ele se adaptar perfeitamente a qualquer tipo de situação. Mas claro que assim como o cérebro humano, esta IA iria precisar de informações sobre o que fazer, para isso nós temos a internet, o que possibilitaria a disponibilidade e compartilhamento de todos os tipos de situações possíveis.

Mas caso não tivéssemos a internet, a IA iria precisar de experiência de erro e acerto. Isso quer dizer que ele iria precisar experimentar vários métodos até chegar no método ideal. Já deu para perceber que este IA imita em muito o cérebro humano, isto é porque a inteligência utópica para os cientistas é exatamente uma que imite o nosso cérebro.



Inteligência Artificial Forte

As IAs podem assim ser divididas em duas partes diferentes em algumas questões. A primeira é IA forte e a outra é a IA fraca. Para melhor compreensão creio levar em conta os exemplos anteriores para este tópico também.

As IAs fortes são software que consigam aprender continuamente, como já citei antes esta é a utopia para os cientistas deste ramo. A IA forte é capaz de realizar tudo que o nós fazemos com nosso cérebro, desde aprender coisas simples até resolver problemas difíceis. Além disso ela nunca irá parar de aprender, ao contrário do ser humano que diminui está capacidade com o tempo.

Neste quesito, as Ias fortes poderiam aprender todas as coisas que ela tivesse acesso, e com a internet como meio ela iria conseguir tomar posse de todo o conhecimento existente na rede. Esta é o principal tópico de discussão sobre as Ias. Mas claro que isso até agora é impensável.

Para isso acontecer o software precisaria de uma quantidade de memória inimaginável, pois tudo tem um limite, assim como o nosso cérebro. Esta IA também é envolvida com discussões sobre ética, pois ela é classificada como auto – consciente, e chegaria e chegaria a ter personalidade e sentimentos. Este último é apenas uma especulação, afinal não tem base nenhuma, desde que nem os seres humanos sabem direito o que são especialmente sentimentos.

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Inteligência Artificial Fraca

Bem este é mais fácil de se explicar. O fato é que Ias fracas são aquelas que conseguem necessariamente raciocinar e resolver problemas. São aquelas máquinas que são programadas com chaves e fechaduras já dispostas para ela. Ou seja, apenas reage com base no que ela tem programado e não consegue lidar com situações que fogem da sua alçada.

Se formos comparar este tipo de IA com odo tópico anterior, podemos usar o exemplo das chaves e fechaduras. A IA fraca teria um número limitado das mesmas, nunca podendo aumentar esse número. Mesmo que o número seja gigantesco, será sempre limitado.

Este fator limitante não existe para a IA forte, pois com a sua capacidade ela é capaz de “criar” novas chaves e fechaduras quando quiser. Sempre que ela se deparar com uma nova fechadura, a IA forte irá criar uma nova chave. E ela também iria guardar informações continuamente, sempre buscando, pesquisando e selecionando as melhores chaves para as fechaduras atuais e as que ela irá encontrar.

Um pouco de história da Inteligência Artificial

Apesar de ser muito discutido esse tema atualmente, o conceito da IA não é novo. Aristóteles, o grande filósofo, almejava substituir a mão-de-obra escrava por objetos autônomos. Assim, está é a primeira ideia de Inteligência artificial que se sabe. O desenvolvimento dessa ideia aconteceu plenamente no século XX, com foco principalmente nos meio do século. De uma forma limitada, os primeiros anos foram cheios de conquistas.

A fato que um computador pudesse realizar alguma atividade remotamente inteligente, causava uma grande surpresa, pois antes os computadores eram máquinas que faziam cálculos aritméticos e nada mais. Desde o começo a IA contou com ajuda de várias ideias, pontos de vistas e até mesmo técnicas de diferentes disciplinas para formar a base desta ciência.

Os filósofos contribuíram tornando a ideia possível, considerando as ideias de que a mente humana se assemelha a uma máquina em alguns aspectos. Economistas criaram o problema de tomar decisões para aumentar o resultado esperado. Os psicólogos aceitaram a ideia de que podemos ser máquinas de processamento de informações, e mesmo animais se englobam nesse quesito. linguistas mostraram que o uso da linguagem se ajusta a esse modelo. Os engenheiros de computação tornam possíveis as aplicações de IA fornecendo os materiais necessários.

Inteligência Artificial e o futuro

O tema IA é extremamente confuso e divergente, os pesquisadores não concordam entre si e muitas vezes discussões ferozes são levantadas com o tema. Várias perguntas são lançadas para questionar o uso e perigo da IA. Na mesma intensidade respostas são devolvidas com o objetivo de defender todos os avanços e facilidades que a IA poderá proporcionar. Mas nunca chegam a um acordo, e fica como um formigueiro, vários caminhos que dão a algum lugar e tantos outros que só servem para nós desviar da rota certa.

Mas atualmente existem práticas e técnicas derivadas dessa ciência que tem uso e eficiência comprovada. Entre elas podemos destacar as seguintes

  • Controle autônomo: quando um software é treinado e acondicionado para conseguir guiar um veículo.
  • Diagnóstico: software capaz de conseguir realizar diagnóstico no nível de um médico especialista em várias áreas.
  • Planejamento logístico: software capaz de planejar de acordo com a melhor lógica coisas como transporte de carga, levando em conta situações extremas como conflitos e perturbações na rota.
  • Robótica na medicina: robôs utilizados como assistentes de cirurgiões em microcirurgias.
  • Chatterbots: softwares capazes de interagir por meio de conversas em uma linguagem natural como se fossem realmente humanos.

Vantagens em utilizar Inteligência Artificial

Diminuir erros: Sendo máquinas, a inteligência artificial é mais resistente e tem maior capacidade de suportar ambientes hostis, diminuindo as chances de falhar no seu objetivo. E podendo ser possível alcançar um maior grau de precisão.

Exploração: Por causa da programação dos robôs, eles podem realizar um trabalho mais exigente com maior responsabilidade. Assim, são capazes de realizar tarefas que superam as limitações humanas, tais como explorar o fundo do oceano ou explorar minas inóspitas e perigosas.

Aplicações diárias: Inteligência Artificial está presente em vários mecanismos do nosso cotidiano como o GPS (global positioning system), a correção nos erros de ortografia na digitação, entre outros.

Sem pausas: As máquinas não precisam de intervalos frequentes, ao contrário dos humanos. Ela conseguem trabalhar continuamente sem ficarem cansadas, distraídas ou entediadas, apenas pela sua programação.

Inteligência Artificial - Tudo sobre IA no Japão e no Mundo

Desvantagens de utilizar uma Inteligência Artificial

Alto custo: o custo de produção das máquinas de IA são gigantes, por causa da complexidade e dificuldade de manutenção. O processo de recuperação de códigos perdidos, por exemplo, requer muito tempo e recursos.

Falta de criatividade: A inteligência artificial não é desenvolvida ao ponto de atuar como o cérebro humano, de forma criativa. Portanto, a ideia de executar funções iguais a do cérebro humano é inacessível. Isso também se deve ao fato de que o cérebro não está totalmente compreendido e por isso não pode ser replicado.

Desemprego em massa. Como são capazes de executar tarefas antes exclusivas aos humanos de maneira mais otimizada e eficiente, os mecanismos de inteligência artificial tendem a substituir a atividade humana em larga escala. Desde que o trabalho da IAs seriam de longe melhor é mais produtivo, isso causaria a substituição eminente do máximo de pessoas por essas máquinas.

Pesquisadores de Inteligência Artificial

Atualmente existem diversos pesquisadores de IA ao redor do mundo em várias instituições e companhias de pesquisa. Entre os vários que fizeram significantes contribuições podemos citar os seguintes, vale lembrar que aqui é apenas uma referência a importância desses nomes. Para saber mais sobre os mesmos aconselho uma pesquisa mais profunda.

  • Alan Turing (1912-1954): Foi um dos homens de maior importância de todos os tempos. Com estudos que não só foram base para a existência da inteligência artificial, mas de quase todos os aparelhos eletrônicos já feitos.
  • Jon McCarthy (1927-2011): Matemático, cientista, o criador do termo “inteligência artificial” e também o pai da linguagem de programação LISP.
  • Marvin Minsky (1927-2016): O cientista explorou a forma de dotar as máquinas de percepção e inteligência semelhantes à humana, criou mãos robóticas com capacidade para manipular objetos, desenvolveu novos marcos de programação e escreveu sobre assuntos filosóficos relacionados com a inteligência artificial.

Inteligência Artificial na economia

Atualmente IA é um dos tópicos principais de pesquisas, já que seus avanços e descobertas são extremamente lucrativas e continuas. Ou seja, mesmo que só se dê um passo a frente, este passo por si mesmo já compensa todos os esforços investidos nele e ainda encoraja e da confiança para se seguir pesquisando.

Com características como essas e aplicações em todos os tipos e níveis de indústria, desde máquinas agrícolas até computadores de programação de viagens espaciais, seu mercado é gigantesco, e cresce exponencialmente logo após uma nova descoberta.

Existem muitas estimativas sobre o tamanho do mercado de inteligência artificial. De acordo com o Bank of America Merrill Lynch, o mercado global de soluções de inteligência artificial crescerá para US $ 70 bilhões em 2020, ante US $ 8,2 bilhões em 2013. É esperado também que o mercado global de IA seja cada vez mais afetado pelo crescente financiamento do governo e forte base tecnológica.

Mercados de Inteligência Artificial

Existem vários mercados grandes de IA, como é o caso de EUA, Japão, Europa e recentemente a China. O aprendizado profundo, que tem como meta tentar copiar o funcionamento das camadas de neurônios no cérebro humano, é um avanço na história de 50 anos da IA.

A Tractica, uma empresa dos EUA de pesquisa de mercado, prevê que o software anual para aplicações corporativas de aprendizado profundo chegará a US $ 11,1 bilhões em 2024.

De acordo com a Frost & Sullivan, estima-se que as receitas de AI em saúde atinjam US $ 6,66 bilhões em 2021, acima dos US $ 633,8 milhões em 2014. A Strategy Analytics, uma empresa americana de pesquisa e consultoria, prevê que os sistemas assistidos por motoristas autônomos crescerão de 5 bilhões de euros em 2012 para 16 bilhões de euros em 2019.

Regras de pesquisas sobre Inteligência Artificial

Atualmente não existe regras ou normas colocadas sobre as pesquisas de IA. Fica a critério de cada empresa decidir o que irá e o que não irá ser pesquisado. E como podemos deduzir, as empresas fazem tudo que está ao alcance para gerar lucro. O que muitas vezes leva a ações repudiáveis mas produtivas.

É por motivos como essa que há uma necessidade recorrente de se sancionar regras e normas para pesquisas com IA. Com base nessa linha de pensamento, o Japão propôs a criação de um conjunto de regras básicas para o desenvolvimento da tecnologia de IA no encontro de tecnologia do G7 no Japão em abril de 2016. Uma regra que foi dada como exemplo nesta proposta seria tornar as redes de IA controláveis por seres humanos.

Indústria japonesa de Inteligência Artificial

Como o foco do site é o Japão, não poderíamos de falar sobre ele neste artigo. Desde que ele também é um dos grandes mercados de IA do mundo, ele vai ser discutido particularmente aqui. Mas só fixando, o que eu colocarei são apenas informações leves e médias, caso se interessem e queiram saber mais sobre este tema vou deixar os links dos sites de onde retirei a base deste artigo

Muitos analistas apontaram que a indústria japonesa de IA hoje não é muito competitiva em escala global. Por exemplo, quando se trata de pesquisas sobre IA entre 2008 e 2013, a maioria vem de países ocidentais e da China. Apenas cerca de 2% vêm do Japão. O que é um número extremamente baixo para um país de grande porte como o Japão.

Durante os últimos 10 a 20 anos, o Japão perdeu sua liderança em tecnologia para empresas no Ocidente e, em grande parte, devido a deficiências de software. O Japão ainda está na vanguarda em hardware, como robôs. Mas esta fortaleza corre o risco de se perder, porque o software é cada vez mais vital para fazer esses produtos funcionarem e competir no mercado internacional.

Inteligência Artificial japonesa

Quando se trata de aprendizagem profunda, que é atualmente a forma mais avançada de IA. Existe uma grande diferença entre o Japão e os EUA. No Vale do Silício, o aprendizado profundo é principalmente uma maneira de tornar o software melhor. No entanto, muitas empresas japonesas tendem a olhar para o aprendizado profundo de maneira diferente, como uma forma de melhorar o hardware.

Aprendizagem Profunda é uma subárea de Aprendizagem de Máquina que investiga técnicas para simular o comportamento do cérebro humano em tarefas como reconhecimento visual, reconhecimento de fala e processamento de linguagem natural. Algoritmos de aprendizagem profunda objetivam produzir representações hierárquicas de alto nível dos dados de entrada, por meio de camadas de processamento sequencial em uma rede neural artificial.

Aprendizado profundo da IA – parte 1

Não posso escolher termos, mas posso dar um exemplo, para as pessoas que não conseguiram entender. Voltaremos as chaves e fechaduras, bem o cérebro funciona mais ou menos da seguinte maneira, um estímulo do ambiente age como as chaves, as reações agem como fechaduras, para cada tipo de estímulo o cérebro cria várias chaves diferentes que são selecionadas diferentes de pessoas para pessoas.

Muitas vezes, existem fechaduras após fechaduras, em varias sequências que funcionam mais menos como dispositivos de memória, e elas precisam de chaves para abrir, e quando não há chaves, o cérebro cria elas(está situação é que eu chamo de experiências novas) mesmo que não sejam a melhores, ele irá se lembrar dessa fechadura e em outras ocasiões ele irá tentar criar outras chaves para abrir esta fechadura(a chamada tentativa e erro para nós).



Aprendizado profundo da IA – parte 2

Bem se consegui explicar direito, você deve ter entendido, que o cérebro não é como uma sala com várias portas que dão diretamente nas saídas diferentes, ele iria parecer uma sala com inúmeras portas, e essas portas iriam dar em outras salas com várias outras portas assim como a inicial, e se você entrasse em uma outra porta dessa segunda sala, iria dar em outra sala cheia de portas assim como as anteriores, esse fenômeno iria acabar quando o cérebro chegasse ao resultado desejável.

Para explicar em números, podemos fazer o seguinte. Imagine que o cérebro guarda as informações como números de 1 a 4. Ele grava uma situação em particular como o número 3321. Caso ele exigisse refazer está situação em uma outra hora, ele iria ter que traçar o mesmo caminho de números.

Voltamos as portas, se as portas das salas fossem numerados com um número cada uma, você iria precisar usar as chaves para abrir as fechaduras dos números na respectiva ordem, lembrando sempre que poderia haver o caso de você conseguir esse feito com mais de uma única chave para cada fechadura.

Auxiliares da indústria de IA no Japão

Por um longo tempo, as empresas japonesas se concentram na fabricação de robôs (hardware), enquanto as empresas estrangeiras se concentraram mais no lado do software. Os fabricantes japoneses precisam implementar uma perspectiva mais orientada para o cliente para desenvolver robôs com IA que correspondam melhor às necessidades dos usuários. O objetivo do governo é desencadear uma revolução da robótica com robôs equipados com inteligência artificial que podem se comunicar uns com os outros.

Em maio de 2016, um Conselho de Gabinete da Competitividade Industrial anunciou que iria começar a introdução de sistemas com IA nas mais diversas indústrias e áreas, o que deverá aumentar a produtividade do Japão. O objetivo é aumentar o PIB para 600 trilhões de ienes em 2020, a partir do nível de cerca de 500 trilhões de ienes em 2015. Um sub-objetivo é criar um mercado de 30 trilhões de ienes para novas tecnologias emergentes, incluindo outras tecnologias de IA.

Outros auxiliadores da Indústria de IA no Japão

Outro desenvolvimento que ao longo do tempo fará com que o mercado de IA se expanda é a tendência de as corporações japonesas estabelecerem bases de pesquisa e desenvolvimento de IA nos EUA. Centros de P & D em institutos de pesquisa públicos japoneses, também foram estabelecidos, e espera-se que isso acelere os novos avanços nas tecnologia de IA.

A população em declínio começará a prejudicar o mercado de trabalho, à medida que a população continuar envelhecendo e sua taxa de natalidade não aumentar. As estatísticas mostram que pessoas com 65 anos ou mais representavam 26% da população em 2015. O Japão planeja compensar o déficit da população ativa com amplo uso de robôs alimentados por IA.

Desafios para a Inteligência Artificial japonesa

O Instituto de Pesquisa Nomura tentou quantificar o impacto potencial da inteligência artificial no mercado de trabalho e indicou que existe a possibilidade de que cerca de metade da força de trabalho do Japão seja substituída por robôs ou inteligência artificial nos próximos 10 a 20 anos.

Será importante orientar o crescimento explosiva da IA ​​na direção certa para alcançar o valor total das possibilidades da IA. A este respeito, será importante acompanhar de perto o desenvolvimento no exterior. Existem muitas considerações em privacidade, segurança, regulamentos e leis que precisam serem levadas em consideração ao integrar a tecnologia da IA ​​nas atividades do setor privado.

A necessidade de desenvolver novos modelos de negócios para lidar com as novas realidades das tecnologias emergentes da IA ​​também é uma questão importante. E vários outros tipos específicos de desafios serão necessários ser solucionados se o Japão querer crescer e competir de igual para igual com os outros grandes mercados de IA pelo mundo.

Mercado interno japonês de Inteligência Artificial

A inteligência artificial está entrando cada vez mais em uma fase de comercialização no Japão. Segundo o governo japonês, espera-se que as tecnologias de IA gerem um retorno econômico de cerca de JPY 121 trilhões até 2045.

De acordo com um estudo do Instituto Ernst & Young, um centro de estudos japonês, estima-se que o tamanho do mercado de IA cresça de aproximadamente 3,7 trilhões de ienes em 2015 para 23 trilhões de ienes em 2020, um aumento de seis vezes. E em 2030, o tamanho do mercado atingirá cerca de JPY 87 trilhões.

O sector dos transportes, incluindo os táxis sem condutor e os camiões, é o que irá apresentar o maior aumento durante o período previsto e estima-se que atinja os 30,5 biliões de ienes em 2030. Já o setor manufatureiro, que inclui automóveis autônomos, deverá crescer para aproximadamente JPY 12,2 trilhões até 2030.

Cursos sobre Inteligência Artificial

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Livros sobre Inteligência Artificial

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Conclusão sobre Inteligência Artificial

Para finalizar tenho que frisar novamente que IA é um assunto extremamente complexo que envolve material de vários tipos, desde filosofia até engenharia. Para simplificar o entendimento e melhorar a fluidez do texto, sacrifiquei alguns detalhes que poderiam vir a se tornar importante em outros casos. Mas nesse artigo o foco principal era falar e tentar definir o que é e qual a importância da IA.

Para mim, que fiz várias pesquisas e vi inúmeros conteúdos, selecionando e destacado os principais, esse texto tem inúmeras falhas, mas para pessoas que só estão tentando matar um pouco da curiosidade sobre IA, este é um texto, na minha opinião, satisfatório. Tentei também não incluir siglas sobre IA, pois muitas vezes as siglas precisam de explicações separadas para poderem ser entendidas, como foi o caso do DL, ou aprendizado profundo.

No mais, eu posso apenas indicar alguns sites com conteúdo sobre IA, que foram as bases para este artigo.

Este artigo acaba aqui. Obrigado a você, meu caro leitor, por ler este artigo até aqui. E caso tenha dúvidas, sugestões, críticas ou qualquer outro do tipo, por favor comente aí embaixo. E não esqueça da votar, isso nós ajuda a oferecer os melhores conteúdos para você.

Vídeos sobre Inteligência Artificial

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2 comentários sobre “Inteligência Artificial – Tudo sobre IA, no Japão e no Mundo

  1. É incrível ver o quão rápido a tecnologia está avançando, e isso causa um certo desconforto, já que a mesma algum dia pode prejudicar o ser humano.Quem nunca assistiu aquele filme “Exterminador do futuro” kkk
    A tecnologia deve avançar, porém devemos ter cautela para ela não acabar nos prejudicando.
    Continuem trazendo mais artigos !

    • Outro filme interessante pode ser o próprio “os vingadores: a era de Ultron”. Quem sabe, afinal a tecnologia neste setor avança a passos largos. Mas uma coisa é certeza, IA tem dois lados na moeda. Se não resolver o problema de desemprego, logo iremos ter centenas de milhões ou até mesmo bilhões de pessoas desempregadas até 2030. Conforme ela facilita algumas partes, ela também prejudica outras.

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