Metaverse City: ค้นหาว่าโซลจะเป็นเมืองแรกที่เข้าสู่ Metaverse ได้อย่างไร

Um dos assuntos mais comentados no mundo tecnológico é, de longe, o metaverso, afinal trata-se de uma inovação que antes era realidade somente nos filmes. Inclusive โซล, capital da Coreia do Sul, será palco de como essa tecnologia será usada na sua maior capacidade.

No ano passado (2021), o termo ganhou ainda mais força quando Mark Zuckerberg anunciou que o Facebook mudaria de nome para Meta e passaria a focar no desenvolvimento desse novo universo virtual.

Desde então, outros setores passaram a explorar esse universo, mesmo sem ter as informações necessárias para entender o potencial da tecnologia.

A expectativa é que, daqui uns anos, empresas que prestam serviço de rastreamento de veiculos possam usar o metaverso como uma ferramenta onde ficará mais fácil para conquistar novos clientes.

No geral, muitas empresas esperam que essa nova tecnologia seja bastante útil para as vendas. Na prática, eles esperam que o mundo virtual seja usado como uma forma para que os clientes tenham uma experiência sobre o produto que está sendo vendido.

Fornecer essa experiência aos seus consumidores será, de fato, fundamental para alavancar as vendas, afinal às vezes só decidimos comprar algo quando testamos as suas funcionalidades.

Vale pontuar também que algumas indústrias que compõem o mercado já estão fazendo a sua parte dentro dessa nova tecnologia. Os setores que estão apostando no metaverso são:

  • Entretenimento;
  • Educação;
  • แฟชั่น;
  • Alimentos.

Pegando um exemplo mais atual do metaverso, podemos usar a experiência que os últimos participantes do BBB tiveram, que foi presenciar o que a tecnologia tem para proporcionar. 

Mas afinal, o que é o metaverso? E como o termo surgiu? Como entrar e investir nessa realidade virtual? A resposta para essas perguntas você verá a seguir.

O que é o metaverso?

Resumidamente, o metaverso pode ser definido como um espaço virtual que envolve diferentes mundos. Em outras palavras, você pode estar envolvido em uma reunião focada em assuntos relacionados a transfer para aeroporto ou estar em uma reunião descontraída entre amigos em um lugar aleatório.

Um dos objetivos dessa tecnologia é replicar a realidade com foco na conexão social, ou seja, promover uma interação maior entre as pessoas. De acordo com os entusiastas da proposta, como o próprio CEO da Meta, acreditam que o metaverso é o futuro da internet.

Conforme as expectativas vão sendo cada vez mais positivas, as empresas estão começando a se adaptar para a chegada da tecnologia, inclusive empresas que ajudam pessoas a fazerem embalagem para exportação de maquinas, onde o metaverso será fundamental para auxiliar os clientes.

Assim que a tecnologia se tornar realidade para a maioria das pessoas, a expectativa é que todos nós estaremos dentro desse universo digital, que também tem o objetivo de diminuir as barreiras entre o físico e o virtual, e que os avatares se tornem uma extensão do nosso corpo.

Como já é de se imaginar, o metaverso utiliza a tecnologia de realidade virtual aumentada para que o usuário tenha uma imersão maior no mundo em que ele está inserido. O acesso a esse mundo pode ser feito através de óculos e manoplas, que são conectados a computadores ou smartphones.

Por meio desses equipamentos as pessoas podem ter, por exemplo, a real experiência de trabalhar como despachante aduaneiro logística, sendo uma ótima alternativa para estudantes que desejam atuar nessa área.

Desde quando a realidade virtual vem sendo aperfeiçoada, as empresas estão buscando desenvolver modelos mais leves e acessíveis para as pessoas, principalmente em países subdesenvolvidos.

Vale dizer que essas mesmas empresas também estudam maneiras mais extremas para entrar dentro de um mundo virtual, como um implante no cérebro.

Por mais que a ideia seja assustadora de início, para alguns ela pode ser essencial para auxiliar no crescimento de diversas profissões, como até mesmo os profissionais que trabalham na área de limpeza comercial.

A ideia de ter um implante dentro do cérebro para entrar em um espaço virtual, para algumas pessoas, é assustador. Em contrapartida, outras pessoas apoiam a ideia, e um dos motivos para esse apoio é não precisar usar os equipamentos tradicionais.

Há uma parcela da população que tem uma ideia alternativa sobre o metaverso. Para eles, a tecnologia é apenas uma experiência sem imersão realizada por meio de telas comuns, mas que incluem a parte social.

Nesse contexto, é inevitável não lembrar do Fortnite ou o Roblox, que podem ser acessados através do smartphone, PCs, consoles ou até mesmo de tecnologias mais avançadas, como  outros recursos que estão sendo usados diariamente dentro de empresas de datador novos.

Quando o assunto é metaverso, a grande parte dos empresários e especialistas acreditam em um ponto: para que o metaverso imaginado por Mark Zuckerberg se torne realidade, será necessário fazer uma convergência de diversas tecnologias e o aprimoramento de muitas ferramentas que existem hoje.

Para que todo esse processo aconteça, estudiosos acreditam que a finalização pode levar até uma década. Na prática, essa evolução irá precisar passar por várias etapas, como uma declaração de importação. Trata-se de uma grande tecnologia que, para ser acessível a todos, demandará muito tempo.

Qual a origem do metaverso?

Originalmente o termo “metaverso” surgiu do romance de ficção científica chamado “Snow Crash” (1992), de Neal Stephenson. No caso, ele juntou as palavras “meta” (que pode ser traduzida do inglês como “transcendente” ou “mais abrangente”) e “universo”.

No livro, os personagens usam avatares para entrar dentro do mundo online, e na maioria das vezes precisam fugir para escapar dos horrores que acontecem dentro desse universo digital.

Outra figura importante que merece ser citada foi Philip Rosedale, criador de Second Life, um jogo virtual em que as pessoas poderiam criar seus personagens e interagir entre si dentro de um universo totalmente online, criado em 1999 e lançado em 2003.

A realidade virtual como conhecemos hoje começou a ganhar a sua forma na década de 1990 na indústria dos games. Atualmente esse recurso tecnológico está sendo estudado para ser usado em diversas áreas, até mesmo em empresas de instalação de sistema de câmeras de segurança.

Com o lançamento do Sega VR, muitas pessoas que faziam parte do cenário gamer daquela época ficaram bastante surpresas com a novidade. Contudo, a ideia de combinar a realidade virtual com as redes sociais começou a ganhar força com o anúncio do Facebook.

Como a Coreia está fazendo parte disso?

A cidade coreana de Seul lançará, em breve, a Praça de Cidade de Seul totalmente online, incluindo ambientes para eventos em realidade aumentada, durante um programa piloto que pretende testar a funcionalidade do metaverso.

O projeto conhecido como Metaverse Seul está sendo administrado pelo Instituto de Tecnologia de Seul (SIT) em parceria com o governo local. Para as pessoas que desejam ter a experiência da tecnologia, o metaverso imersivo estará disponível para acesso por meio do site do SIT.

É importante dizer que Seul é uma das cidades mais conectadas no mundo, com mais de 95% de seus dez milhões de habitantes conectados aos serviços 4G e 5G. Além desses serviços, a prefeitura também disponibiliza uma extensa rede wi-fi gratuita com mais de 100 mil pontos de acesso.

Experiência imersiva no metaverso

Quando os usuários acessarem o metaverso, inicialmente precisarão criar os seus avatares e, logo em seguida, entrar no mundo virtual, onde terão acesso a informações em tempo real sobre temperaturas, clima e ar da cidade real.

Quando a plataforma for oficialmente aberta para o público, por exemplo, as cerejeiras virtuais irão estar florescendo.

Vale dizer também que o recurso de sincronização em tempo real da plataforma permitirá que os visitantes vejam o local virtual mudar de acordo com a estação do ano.

Ao passar sobre a passarela subterrânea que atravessa a praça, os usuários podem chegar à área onde serão realizadas reuniões de maneira remota, incluindo também conferências e coletivas de imprensa.

A cidade coreana também planeja organizar experiências culturais no metaverso, como a recriação da histórica Yukjo-geori (Rua dos Seis Ministérios) da dinastia Joseon, além de desenvolver meios de pagamentos virtuais sobre as artes expostas, como os famosos NFTs.

Seul ajudará a criar cidades inteligentes

Assim que o metaverso for realmente colocado em prática em Seul, a plataforma ajudará a consolidar diversos serviços da cidade por meio da tecnologia de gêmeos digitais, além de facilitar o acesso a imagens de segurança locais, relatar incêndios e melhorar toda a infraestrutura pública.

Como exemplo, podemos usar o serviço S-Map, que já fornece um serviço gêmeo digital para desenvolver planejamentos urbanos, monitoramento de incêndio em tempo real e análise de trajetória do vento.
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