Como vai o Bitcoin no Japão? É mais usado do que no Brasil?

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O Bitcoin já tem mais de 10 anos e tem crescido em todo o mundo. No entanto, enquanto em alguns países teve uma adoção muito rápida, em outros nem tanto. Mas como tem sido a adoção no Japão? E no Brasil? É precisamente isso que abordamos neste artigo, em uma altura em que as criptomoedas fazem cada vez mais parte de toda a sociedade. 

O Bitcoin no Japão

O país do sol nascente tem uma cultura completamente enraizada na tecnologia. Quem não se lembra do Walkman, oriundo do Japão? Foi um dos muitos gadgets criados por empresas japonesas que fizeram enorme sucesso no ocidente. 

Já o walkman mudou completamente a forma como se ouvia música. Sony, Nintendo, Canon, Hitachi ou JVC, todas são empresas japonesas que revolucionaram e continuam revolucionando o ramo tecnológico. 

Por tudo isso o Bitcoin entrou facilmente na sociedade japonesa. O Japão está habituado a aceitar tecnologias disruptivas, e com o Bitcoin não foi diferente. A criptomoeda desde cedo apelou aos japoneses. E não é de se estranhar!

O Bitcoin é uma moeda digital com uma forte componente tecnológica. Essa criptomoeda é baseada em tecnologia blockchain, o que a torna tão segura e confiável.   

Como vai o Bitcoin no Japão? É mais usado do que no Brasil? - bitcoin 1

Por tudo isso, o Bitcoin rapidamente foi adotado no Japão. E não falamos do seu criador, Satoshi Nakamoto, que embora tenha nome japonês, é apenas a alcunha de uma pessoa (ou conjunto de pessoas) cuja identidade real é desconhecida. Há muito que os japoneses interagem de forma regular com criptomoedas. O país chegou mesmo a ter a maior bolsa de criptomoedas do mundo, a Mt. Gox, que em 2014 foi notícia em todo o mundo por, alegadamente, lhe terem sido roubados 850.000 Bitcoins, o que na altura valia mais de 2 bilhões de reais!

Esse escândalo foi fundamental para que as autoridades japonesas acelerassem a regulamentação de criptomoedas no país, sendo que o Japão foi mesmo um dos primeiros no mundo a definir uma criptomoeda como uma propriedade com valor.

E agora? Como está o Bitcoin no Japão e no Mundo?

Passados vários anos, o Japão continua entre os países onde o Bitcoin é mais popular. No entanto, enquanto o Japão chegou a estar no Top 5 de países onde mais Bitcoins eram trocados, atualmente caiu algumas posições de acordo com um ranking recente elaborado pelo Statista sobre o número de pessoas que têm ou já tiveram criptomoedas.

Como vai o Bitcoin no Japão? É mais usado do que no Brasil? - estatisticas 2

Entre os países asiáticos, também a China aparece no meio da tabela, enquanto a Coreia do Sul está fora do ranking. O Japão, apesar de aparecer no último lugar do ranking, tem promovido a criptoeconomia, sendo que empresas que trabalham com criptomoedas têm de estar obrigatoriamente registradas no país, o que aumenta o controle sobre esse mercado. 

Praticamente no extremo oposto, na segunda posição, está o Brasil, onde as criptomoedas também são cada vez mais populares e onde o número de investidores em Bitcoin tem se multiplicado de ano para ano.

Adoção de criptomoedas cresce no Brasil

18% dos brasileiros abordados no estudo em causa disseram ter ou já ter tido criptomoedas. Não é de se admirar. O Bitcoin é cada vez mais uma reserva de valor para muitos brasileiros, que há muito perceberam como investir em Bitcoin

Além disso, a crescente popularidade das criptomoedas faz também com que essa seja uma forma de pagamento cada vez mais utilizada no país. O número de lojas aceitando essa forma de pagamento também está crescendo, o que aumenta a procura por esse tipo de ativos. 

Como vai o Bitcoin no Japão? É mais usado do que no Brasil? - bitcoin 3

Em 2019 o número de varejistas aceitando Bitcoin em todo o mundo subiu 13%, para quase 16.000 lojas, de acordo com o CoinMap. O mesmo website indica ainda que, no Brasil, já existem mais de 300 locais onde é possível pagar com criptomoedas. Um número que tende a crescer rapidamente, visto que cada vez mais as grandes marcas estão aderindo a essa forma de pagamento.

Na França, por exemplo, espera-se que 25.000 varejistas comecem a aceitar Bitcoin em 2020, estando entre eles grandes marcas como a Sephora, de cosméticos, e a Decathlon, de materiais esportivos. Burger King, Starbucks, KFC ou Subway também já tiveram em diversas ocasiões iniciativas em que aceitaram o pagamento com criptomoedas. Sendo essas grandes marcas internacionais, é de esperar que mais cedo ou mais tarde permitam também o pagamento com Bitcoin no Brasil. 

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